quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Refinaria da Petrobras faz 60 anos

RLAM - localizada na Bahia

A segunda maior refinaria da Petrobras completa 60 anos neste mês. A RLAM (Refinaria Landulpho Alves) começou a ser construída no fim dos anos 40, antes mesmo da Petrobras; hoje emprega 11.200 funcionários e produz 323 mil barris de petróleo por dia. No início de suas operações, processava 2,5 mil barris diariamente.

De acordo com a Petrobras, a unidade é responsável por 25% de arrecadação de ICMS do Estado da Bahia. Cláudio Pimentel, gerente geral da RLAM, disse o índice crescerá ainda mais. “A demanda nessa região está crescendo de 14 a 15% em relação ao ano passado, monstrando um grande vigor do mercado”.
Os projetos futuros da Petrobras para a unidade integram o início da operação de novas unidades industriais que produzirão combustíveis menos poluentes a partir de 2011. Com estes investimentos, a Petrobras trabalha para adequar a unidade às novas exigências da ANP (Agência Nacional de Petróleo) em relação ao teor de enxofre da gasolina e do diesel.
Segundo Pimentel, o objetivo da empresa é retirar “de 70 a 90% do teor de enxofre dos combustíveis”, disse .
Diferencial
Na RLAM hoje funciona a maior unidade de craqueamento catalítico (fracionamento do petróleo com o uso de catalisadores) de resíduos da América Latina, a U-39.A refinaria conta também com uma fábrica de asfalto, parques de armazenamento para petróleo e derivados, estações de carregamento rodoviário, uma estação de medição para produtos acabados, uma central termelétrica, uma estação de tratamentos de efluentes industriais e um sistema de tratamento de águas.

O material produzido na unidade abastece principalmente os Estados da Bahia e Sergipe, mas são direcionados também para o Sul e Sudeste do País, além de exportados para países como Estados Unidos e Argentina.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Novo túnel altera tráfego no Sul



EPTC cria alternativa para parte da frota

O novo Túnel da Conceição, cujas obras começaram a ser implantadas na última semana, em Porto Alegre (RS), modificou o trânsito na cidade. Isso porque passam pelo local mais de 5,6 mil carros por semana. Para isso, a EPTC (Empresa Pública de Transporte e Circulação) criou algumas alternativas.
 

"As alternativas que estamos operando visam reduzir ao máximo o desconforto dos usuários", afirmou o prefeito José Fortunati. O presidente da EPTC, Vanderlei Cappellari, ressaltou que a empresa fará o monitoramento constante das mudanças, salientando que um safety-car estará passando permanentemente pelas vias, indicando as rotas de deslocamento à população.

As linhas de ônibus e lotação que utilizam o túnel não sofrem mudanças em seus itinerários, já que pelo menos duas pistas em cada sentido ficarão livres para circulação. Inicialmente será permitida a circulação também de outros veículos pelas pistas liberadas, mas se houver necessidade serão tomadas medidas restritivas ao tráfego de veículos particulares no trecho.

As linhas C2, C3, T5, TR61/Cristóvão Colombo, 671/Carlos Gomes-Salso e a Lotação Santana, que trafegam nas ruas Santo Antonio e Garibaldi, terão seus itinerários atuais invertidos, seguindo a mudança de mão das vias por onde circulam.
Para orientar motoristas e pedestres e garantir a segurança de quem circula na região, a EPTC instalou quatro novos semáforos para organizar o tráfego de veículos e pedestres nas vias próximas ao Novo Túnel.

São 512 placas de regulamentação, 74 placas de informação e 350 peças de gradil para orientação e direcionamento do trânsito, além de três painéis eletrônicos móveis que transmitirão aos motoristas informações sobre as vias de melhor fluidez. Foram revitalizadas 60 faixas de pedestres.

Foram implantadas também quatro novas câmeras para monitorar em tempo real o fluxo de veículos: na Independência com a Garibaldi, na Conceição junto à Rodoviária, na Sarmento Leite com a Irmão José Otão e na Engenheiro Luiz Englert com Sarmento Leite. Mais duas câmeras, doadas pelo Shopping Total, devem ser instaladas em outubro, ambas

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Catalão ganha seu primeiro shopping


Catalão Shopping abre as portas às 13h desta quarta-feira.
Portal Catalão Notícias 19/08/2009

Catalão ganha hoje (19), as véspera de comemorar os seus 150 anos, o primeiro shopping Center do município. Localizado a Rua Margem Estrada de Ferro (próximo ao Ginásio Internacional), a sua localização é considerada estratégica porque permite um acesso fácil com as rodovias goianas, além das que fazem divisa com o estado de Minas Gerais e São Paulo. O estabelecimento contará com 600 vagas de estacionamento.

O empreendimento arrojado e moderno foi construído em uma área de 10 mil metros quadrados. Catalão Shopping foi construído pela Geoserv e será administrado pela G&G Participações e Empreendimentos.

Entre as principais características do Catalão Shopping é seu estilo open mall (circulação aberta), que alia o paisagismo à sustentabilidade através, do aproveitamento de ventilação e luz naturais e da criação de áreas com verde.

Outro destaque do shopping é o terminal rodoviário em um mesmo espaço. A população poderá encontrar 70 pontos comerciais espalhados pelo shopping. O investimento total da obra foi de R$ 6 milhões em quatro anos de desenvolvimento da obra.

A expectativa de acordo com os empreendedores do Catalão Shopping é gera 400 empregos diretos e 800 indiretos.

No período da manhã desta quarta-feira foi realizado um coquetel de inauguração para autoridades políticas e representantes comerciais do município. Catalão Shopping será inaugurado para toda população, hoje, às 20h, com o show da Banda Mr. Mr. Gyn.

Fonte: Portal Catalão Notícias
natalia@portalcatalao.com.br
Fone: (64) 3411- 0748 | (64) 3411 - 5654

http://portalcatalao.com.br/portal/noticias/?f095f875d3604ce60b2683d623c0d751=Tm90aWNpYXNWZXI=&b80bb7740288fda1f201890375a60c8f=MDAwMDAwNzYzNg== 

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Ministro das Cidades diz que obras de mobilidade urbana para a Copa estão dentro do prazo


24/09/2011 - Agencia Brasil

O ministro das Cidades, Marcio Fortes, garantiu que todas as obras de mobilidade urbana previstas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da Copa, deverão estar concluídas até julho de 2013, data da Copa das Confederações.

“Em todas as cidades que vão sediar a Copa do Mundo de 2014 estamos com um cronograma que classificamos como confortável. A engenharia tem seus percalços, mas vamos tentar contornar todos eles, aproveitando o pretexto da Copa para investir em urbanização e modernização das cidades”, disse o ministro ao participar da assinatura dos contratos do pacote de obras de Curitiba.

A capital paranaense receberá R$ 463 milhões para preparar o sistema de mobilidade urbana, conforme previsto nos sete contratos no valor de R$ 222 milhões assinados nesta quinta-feira, que, somados a cinco contratos que o governo estadual já assinou, de R$ 241,58 milhões, chegam ao valor total.

Fonte: Agência Brasil

http://www.transporteideias.com.br/2010/09/24/ministro-das-cidades-diz-que-obras-de-mobilidade-urbana-para-a-copa-estao-dentro-do-prazo/

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

BNDES libera recursos para estádios em Cuiabá, Salvador e Fortaleza


Banco aprovou hoje os financiamentos para arenas das três cidades-sede

Da redação - Portal 2014
postado em 22/09/2010 19:28 h
 
O BNDES aprovou hoje (22/9) os três primeiros projetos do programa BNDES ProCopa Arenas, criado pelo banco para financiar a construção ou reforma dos estádios que receberão jogos do Mundial de 2014. Os Estados da Bahia (R$ 323,6 milhões), do Ceará (R$ 351,5 milhões) e do Mato Grosso (R$ 393 milhões), cujas capitais estão entre as 12 sedes da Copa do Mundo no Brasil, serão os beneficiários dos empréstimos.

Salvador: 4.200 empregos diretos

No caso da Bahia, o financiamento do BNDES é de R$ 323,6 milhões, que serão utilizados na demolição e posterior reconstrução do Estádio Octávio Mangabeira, a Fonte Nova.
Os recursos do BNDES correspondem a 46% do investimento total e são destinados ao governo da Bahia. Com esses recursos, o Estado financiará a Sociedade de Propósito Específico responsável pela construção e operação do equipamento público nas mesmas condições definidas pelo ProCopa Arenas.

O projeto em questão é uma parceria público-privada (PPP) na modalidade concessão administrativa por um prazo de 35 anos. A obra está licitada e o contrato de PPP firmado entre o governo baiano e a Fonte Nova Negócios e Participações S.A., uma SPE formada pelas empresas Odebrecht Investimentos em Infraestrutura Ltda e Construtora OAS Ltda. O prazo estimado para conclusão da obra é dezembro de 2012.

Considerando as etapas de demolição, implantação e operação, o empreendimento deve gerar cerca de 4.200 empregos diretos e indiretos. Além do benefício mais imediato, de viabilizar a participação de Salvador como cidade-sede da próxima Copa do Mundo, o projeto em questão tem o mérito de contribuir para revitalizar uma área da cidade que passou por sério processo de degradação.

Castelão

Em Fortaleza, a reforma e adequação do estádio Governador Plácido Aderaldo Castelo, o Castelãoserá financiada com R$ 351,5 milhões (75% do investimento total) .

O projeto incorpora o conceito de multifuncionalidade, com uso de instalações modularizadas. Isso significa que os espaços internos podem ser adaptados para utilização em eventos esportivos e socioculturais de médio e grande porte. O complexo deve abrigar também restaurantes, museus, salas de convenções, centros culturais e estabelecimentos comerciais. O modelo de gestão é uma parceria público-privada (PPP) administrativa, na modalidade concessão, cujo prazo é de oito anos. Estima-se que, consideradas as etapas de reforma e operação da arena, sejam gerados cerca de 3 mil empregos diretos e indiretos.

Mato Grosso

Em Cuiabá, a Arena Multiuso Pantanal será construída com R$ 393 milhões de financiamento do BNDES, o que corresponde a 74% do investimento total. O estádio terá capacidade para 42 mil espectadores, o que o credencia como sede em potencial para jogos de quartas de final do torneio (as normas da Fifa exigem um mínimo de 40 mil lugares). A construção seguirá o mesmo conceito de estádios flexíveis que foi utilizado nos projetos da Arena Olímpica de Basquete e do Estádio Olímpico de Londres, empreendimentos construídos para as Olimpíadas de 2012.

Como beneficiário do financiamento do BNDES, figura o Estado do Mato Grosso, pois o empreendimento é uma obra pública realizada nos termos da Lei 8.666/93. As obras já estão licitadas, contratadas e em fase de execução. Estima-se que, nessa etapa, serão gerados, de forma direta e indireta, 4 mil empregos.
Fonte: Ass. do BNDES

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Fundações de Cidades

1503, Cabo Frio (fortaleza), na terceira expedição portuguesa
1531, Cananéia - SP
1531, Cachoeira-BA (cana de açúcar)
1532, São Vicente, primeira vila oficialmente fundada no Brasil.
1532, Itanhaém - SP
1534, Nossa Senhora da Conceição, PE (sede Capitania Hereditária)
1535, Ilhéus - BA (sede Capitania Hereditária)
1535, Olinda, cidade mais antiga de Pernambuco
1535, Igarassu  - PE
1535, Vila Velha - ES, cidade mais antiga do Estado
1535, Porto Seguro (sede Capitania Hereditária)
1538, Iguapé - SP
1539, Vila da Rainha-RJ (próximo ao rio Itabapuana)
1543, Santos
1549, Salvador
1551, Vitória
1553, Santo André - SP
1554, São Paulo
1554, Santos
1555, Rio de Janeiro  (franceses)
1556, Angra dos Reis
1560. Mogi das Cruzes - SP
1565, Penendo, cidade mais antiga de Alagoas
1565, Magé - RJ
1567, Vila de Santo Antônio de Sá - RJ
1568, Goiana, PE
1573, Niteroi - RJ
1580, Santana do Parnaíba - SP
1585, João Pessoa, cidade mais antiga da Paraíba

1590, São Cristóvão - SE
1593 Santiago de Xerex, fundada por espanhóis (cidade mais antiga MS)
1594, Saquarema
1597, Parati -RJ (capela, porto, entreposto mineração)
1598, Natal

1600, Ubatuba - SP
1600, Aquidauana-MS (interiorização espanhola, pecuária)
1608, Cairu - BA, capitania
1609, Maceió
1610, Itu - SP
1611, São José dos Campos - SP
1612, São Luís
1612, Fortaleza
1614, Icatu-MA (construção de igreja após a expulsão dos franceses)
1615, Cabo Frio
1616, Belém, cidade mais antiga do Pará (fortaleza)
1617, Alcântara (presídio)
1619, Barra de São João - RJ
1623, São Pedro da Aldeia - RJ
1625, Paço do Lumiar-MA (povoado mais antigo do Maranhão, fundado por Jesuítas)
1630, Guaratinguetá - SP
1633, Silva do Caeté -PA (sede Capitania do Gurupi) hoje Bragança
1634, Macaé - RJ (Jesuítas, catequese índios)
1637, Ubatuba - SP
1639, Taubaté-SP
1640, Paranaguá , cidade mais antiga do Paraná
1653, Caraguatatuba
1654, Curitiba
1654, Sorocaba-SP (colonizador, convento)
1655, Jundiaí (colonizadores vindos de São Paulo)
1658, São Francisco do Sul (portugueses), cidade mais antiga de SC
1661, Santarém - PA (jesuítas)
1669, Manaus, cidade portuguesa mais antiga do Amazonas

1675, Florianópolis
1675 ,Sabará (Bandeira paulista)
1676, Laguna - SC
1677, Campos dos Goytacazes - RJ
1695, Oeiras  - PI, mais tarde capital do PI
1696, Mariana, em 1711 se torna a primeira vila de Minas  Gerais
1696, Feira de Santana-BA (entreposto comercial)
1697, Campina Grande-PB (catequese indígena)
1698, Ouro Preto-MG
1699, Parnaíba - PI

1701, Belo Horizonte (Arraial Curral del Rei)
1702, Tiradentes (bandeira paulista)
1702, Conceição do Mato Dentro-MG (minas de ouro)
1704, Ponta Grossa - PR
1704, São João del Rey-MG (minas de ouro)
1706, Juazeiro-BA (Missão Franciscana)
1707, Montes Claros-MG (fazenda)
1711, Sabará-MG
1712, São João d´El Rey-MG
1719, Cuiabá, cidade mais antiga do Estado (mineração)

1720, Vitória da Conquista - BA (mineração)
1721, Morretes - PR
1722, Diamantina  (ouro e diamante)
1725, Barbacena-MG (
1726, Goiás Velho, primeiro povoado de GO (Bandeiras, mineração)
1727, Pirenópolis-GO (mineração)
1729, Coxim-MS (caminho da mineração de Cuiabá)
1731, Corumbá de Goiás (mineração)
1734, Paracatu-MG (mineração)
1734, Tocantins-TO (ouro, bandeirantes)
1735 c. Campinas (pouso de tropeiros)
1736, Catalão-GO (pouso de Bandeirantes)
1737, Rio Grande, a cidade mais antiga do Rio Grande do Sul
1737, Campanha, a mais antiga do sul de Minas (mineração)
1738, Porto Nacional-TO (mineração)
1740, Itajubá-MG (zona de garimpo)
1740, Arraias-TO (mineração)
1744, Resende  - RJ (mineração)
1745, Crato - CE
1746, Luziânia-GO (mineração)
1748, Caxambu-MG (colonização)
1750, Altamira-PA (jesuítas)
1751, São Mateus-ES
1751, Castro-PR (pouso de tropeiros)
1752, Vila Bela-MT, primeira sede da capitania (mineração)
1755, Rio Bonito  - RJ
1756, Sobral - CE
1757, Congonhas - MG
1763, Pelotas - RS
1766, Lages - SC (estalagem rota SP-RS)
1767, Formosa - GO
1767, Piracicaba-SP (entreposto embarcações rio tietê)
1769, União da Vitória-PR (expedições, entreposto)
1772, Porto Alegre
1772, Mossoró - RN
1774, Campinas - SP
1774, Lages - SC
1778, Corumbá - MS, cidade mais antiga do Estado
1778, Cáceres-MT (política de povoamento, rio Paraguay)
1780 c.,Caruaru-PE (fazenda)
1783, Vitória da Conquista - BA  (sertanista português)
1787, Santa Maria-RS (expedição de demarcação de território)
1788, Patos-PB (pecuária)
1789, Valença-RJ (catequese índios, capela)
1790, Planaltina - GO
1792, Vassouras - RJ (cafezal)
1795 c., Barra Mansa-RJ (entreposto de caminho de mineração)
1799, Araruama

1809, Uberaba
1809, Cataguases - MG (diamantes)
1810, c., Guajará-Mirim-RO (fronteira com a Bolívia)
1810, Guarapuava-PR (interiorização, fortificação)
1811, Bagé - RS (militares)
1811, Uberaba (bandeiras)
1814, Maricá - RJ
1818, Uberlândia-MG
1818, João Pinheiro-MG (diamantes, pastagens)
1818, Governador Valadares (quartel de defesa dos índios Botucatudos)
1819, Nova Friburgo (colonos suiços)
1821, Teresópolis - RJ
1823, Uruguaiana - RS
1823, Itajaí  - SC (porto)
1824, Leopoldina - MG
1824, Itumbiara-GO (posto fiscal MG-GO)
1825, Cachoeiro de Itapemirim-ES (quartel da região)
1826, Poços de Caldas-MG
1826, Patos de Minas-MG (capela, fazendeiros)
1827, Juazeiro do Norte-CE (capela)
1827, Passo Fundo-RS (catequese, colonizadores paulistas e portugueses)
1830, Ituiutaba-MG (fazendeiros, capela)
1832, Teresina-PI
1832, Guarujá-SP
1832, Feira de Santana - BA
1834, Itaperuna-RJ (fazendeiros)
1835-Uruguaiana (posto de fronteira)
1841, Sete Lagoas-MG (paróquia)
1842, Mossoró-RN
1843, Petrópolis-RJ (palácio Imperial)
1848, Rio Verde-GO (colonizador paulista)
1850, Blumenau (colonos alemães)
1850, Barreiras-BA (loteamento, porto, caminho para Goiás)
1851, Joinville (colonos alemães)
1852, Imperatriz - MA
1852, São José do Rio Preto (doação de um fazendeiro)
1853, Barra do Piray-RJ
1853, Uberlândia-MG (colonos, fazendas)
1854, Lábrea-AM (Missão Indígena)
1855, Aracaju-SE
1856, Ribeirão Preto (fazendeiros)
1857, São Carlos-SP
1858, Petrolina - PE (igreja)
1860 c.,Volta Redonda-RJ (colonizadores da cidade de Resende)
1863 c.,Arapiraca-AL (colonizadores)
1864, Ponta Porã-MS (entreposto militar de fronteira)
1869, Humaitá-AM (colonizadores)
1870, Anápolis-GO
1874, Campos do Jordão
1875, Caxias do Sul (colonos italianos do Veneto)
1875, Campo Grande-MS
1876, Araguaína-TO (colonizador piauiense)
1879, Cristalina-GO (minas de cristal de quártzo)
1880, Criciúma (colonos italianos)
1880, Ponta Porã - MS
1880, Ji-Paraná-RO (imigrantes nordestinos)
1881, Foz do Iguaçu (erva mate, militares)
1882, Rio Branco-AC (seringal)
1884, Bauru
1889, Três Lagoas-MS (sertanistas, entreposto)
1889, Tarauaca-AC (seringal, porto de exploração)
1890, Boa Vista-RR
1890, Cruzeiro do Sul-AC (seringal)
1892, Marabá - PA (colonizadores)
1895 c.,Colatina-ES (colonos italianos)
1897, Barra do Garças-MT (diamantes)

1902, Rondonópolis, MT (colonizador goiano)
1904, Macapá-AP
1904, Cruzeiro do Sul - AC (militares)
1904, Sena Madureira-AC (base administrativa)
1907, Porto Velho-RO
1908, Dourados-MS (colonizadores)
1908, Araçatuba-SP (estação de trem)
1909, Ariquemes-RO (posto telegráfico)
1910, Vilhena-RO (posto telegráfico)
1910, Brasiléia-AC (base administrativa, seringal)
1912, Jaru-RO (posto telegráfico)
1917, Chapecó - SC (madeira)
1918, Cascavel-PR
1918, Presidente Prudente-SP (estação de trem, fazendeiros)
1923, Marília-SP (cafezais, loteamento)
1933, Goiânia
1933, Miguel Pereira (estação de trem)
1934, Londrina-PR (companhia colonizadora)
1938, Apucarana-PR
1942, São Félix do Araguaia-MT (colonização "Marcha do Oeste")
1947, Maringá-PR
1947, Francisco Beltrão-PR (colonização nacional)
1950, Teixeira de Freitas-BA (povoado de fazendeiros, madeireiras)
1955, Umuarama-PR (companhia colonizadora)
1956, Brasília (fundação do canteiro de obras)
1957, Três Marias-MG (canteiro de obras de Usina Hidrelétrica)
1958, Açailândia - MA
1960, Cacoal-RO (seringueiro, abertura Rodovia BR-364)
1970, Ouro Preto do Oeste-RO (colonização Ministério da Agricultura)
1971, Juara-MT (loteamento)
1973, Colíder-MT (colonização paranaense)
1974, Sinop - MT
1975, Rolim de Moura-RO (colonização INCRA)
1976, Alta Floresta-MT (colonizadores)
1976, Juína-MT (colonização CODEMAT)
1976, Água Boa-MT (Pousada, BR-158)
1978, Terra Nova do Norte-MT (colonização)
1978, Peixoto de Azevedo-MT (colonização,garimpo)
1978, Vila Rica-MT (empresa colonizadora, Rodovia BR-158)
1978, Confresa-MT (empresa colonizadora)
1979, Primavera do Leste - MT
1981, Lucas do Rio Verde - MT
1989, Palmas-TO


DATAS MARCO

1693, Descoberta de Ouro em Minas Gerais.
1720, Minas Gerais é desmembrada de São Paulo
1728, Abertura de uma estrada entre o Rio de Janeiro e São Paulo.
1748, o território de Matto Grosso é elevado a categoria de capitania independente, se desmembrando de São Paulo.
1822, Chegada dos primeiros imigrantes alemães em Porto Alegre
1829, Instalação da primeira colônia de alemães do estado de Santa Catarina, em São Pedro de Alcântara
1865-1870 - Guerra do Paraguay.
1903,  Assinatura do Tratado de Petrópolis com a Bolívia, o Brasil se comprometia a construir uma estrada de ferro, ligando os portos de Santo Antônio do Rio Madeira, em Porto Velho, ao de Guajará-Mirim, no Rio Mamoré, destinada ao escoamento dos produtos bolivianos.
Década de 1970 - As obras de abertura da rodovia BR-163, pelo 9º BEC (Batalhão de Engenharia e Construção), ligando Cuiabá a Santarém (PA), na segunda metade da década de 70, mobilizaram os primeiros colonizadores para a região de cerrado situada no Médio-Norte de Mato Grosso.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Natal lança edital do Estádio das Dunas



Projeto do estádio das Dunas para a Copa de 2014 (crédito: Populous/Divulgação)
George Fernandes - Natal - Portal 2014
postado em 20/09/2010 18:04 h
 
O governo do Rio Grande do Norte lançou nesta segunda-feira (20) o edital do Estádio das Dunas, palco da Copa de 2014 em Natal, encerrando o ciclo de licitações das arenas públicas do Mundial.


O estádio está orçado em R$ 420 milhões. Para participar da concorrência, as empresas ou consórcios interessados vão ter que desembolsar 1% do valor da obra como calção. De acordo com o cronograma divulgado pelo governo, os envelopes com as propostas serão abertos em 5 de novembro.  


Depois da escolha do vencedor, o consórcio terá mais 30 dias para apresentar o cronograma de obras e realizar os trâmites burocráticos legais. A previsão é para que as obras comecem apenas em janeiro, já que no início de dezembro acontece o Carnatal, realizado no entorno do Machadão. A demolição do estádio Machadão e do ginásio Machadinho deve acontecer até o final de fevereiro de 2011.

http://www.copa2014.org.br/noticias/5309/NATAL+LANCA+EDITAL+DO+ESTADIO+DAS+DUNAS.html 

domingo, 19 de setembro de 2010

Após demolição, Fonte Nova segue para obras de fundações

Projeto da Arena Fonte Nova para a Copa de 2014 (crédito: Divulgação)

Karlo Dias - Salvador - Portal 2014
postado em 15/09/2010 15:38 h
atualizado em 15/09/2010 16:05 h

Após a demolição da Fonte Nova, no último dia 29 de agosto, dentro do canteiro onde funcionava o antigo estádio, as obras continuam a todo vapor.

Enquanto as máquinas e operários trabalham para reaproveitar o entulho proveniente do antigo estádio –aproximadamente 35 mil toneladas de aço e concreto–, o terreno está sendo preparado para receber as primeiras fundações.

“As obras de fundações serão iniciadas em aproximadamente 40 dias, simultaneamente à finalização do processo de reciclagem”, afirmou Dênio Cidreira, presidente do Consórcio Arena Fonte Nova, formado pelas construtoras OAS e Odebrecht, e responsável pelas obras.

O alvará de construção já foi solicitado à Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo (Sucom). O órgão recebeu ainda uma avaliação de impacto ambiental, concluída há cerca de um mês, que contempla o estudo do impacto de vizinhança (EIV).

A expectativa do governo da Bahia é que o estádio seja entregue até dezembro de 2012 para a realização da Copa das Confederações, em meados de 2013.

http://www.copa2014.org.br/noticias/5282/APOS+DEMOLICAO+FONTE+NOVA+SEGUE+PARA+OBRAS+DE+FUNDACOES.html

Erosão pode tirar praias do mapa

Meio ambiente

No Paraná, Matinhos e a Prainha de Guaratuba são as mais ameaçadas. Monitoramento constante é o que recomendam os especialistas



Publicado em 05/09/2010 | Carolina Gabardo Belo, especial para a Gazeta do Povo

O monitoramento é a principal alternativa para evitar que algumas praias brasileiras desapareçam devido à escassez progressiva da areia e à erosão costeira. De acordo com especialistas, a situação no Brasil ainda não é crítica, mas pode se agravar nas próximas décadas com as mudanças climáticas e o aumento do nível do mar, que deve chegar a 50 centímetros até o final do século. O acompanhamento da evolução do problema permite que sejam identificadas as alternativas mais eficazes para amenizar esta situação, que no Paraná atinge a praia de Matinhos e a prainha de Guaratuba.

Um fator importante a ser verificado em relação ao possível desaparecimento das praias é a frequência com que ocorre o transporte de sedimentos, conforme ressalta o geólogo e geógrafo Dieter Muehe, pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Ele explica que este é um fenômeno natural e constante, que faz parte da dinâmica das praias. O deslocamento da areia acontece a partir do contato da água do mar com a costa. Tempos depois, o sedimento é reposto pelo mesmo movimento, que causa o efeito semelhante a uma sanfona.
Obras públicas
Engorda de Matinhos só em 2012
Um dos pontos do litoral paranaense mais afetados pela erosão, a praia de Matinhos irá passar por obras para ampliação da faixa de areia. O projeto que pretende conter o avanço do mar tem conclusão prevista para 2012.

A licença ambiental para a realização dos trabalhos foi concedida no primeiro semestre deste ano e a verba disponível para as obras chega a R$ 22 milhões (R$ 11 milhões do Programa de Ace­leração do Crescimento (PAC) do governo federal, e R$ 11 milhões do governo do estado). A previsão é que a retirada da areia do fundo do mar, que irá ocupar a faixa na costa que será ampliada, comece em novembro.

Além de Matinhos, a prainha de Guaratuba e o balneário de Pontal do Sul também sofrem com o avanço do mar. Em Santa Catarina, a Praia da Armação e a Barra da Lagoa, em Florianópolis, além da praia de Barra Velha, em Barra do Sul, registram os casos mais graves do Sul do estado. (CGB)

A mudança na direção das ondas, a intensidade das tempestades e a força dos ventos são fatores naturais que também contribuem para o deslocamento dos sedimentos. “Este é um processo de longo prazo, que demora 10, 20 anos. É preciso diagnosticar as praias que estão realmente com ‘sinal amarelo’”, afirma. O pesquisador cita as ressacas ocorridas em 2001, que afetaram o litoral das regiões Sul e Sudeste e que se repetiram apenas neste ano, quase 10 anos depois, mas não representam o processo de desaparecimento das áreas atingidas.

Para identificar quais praias precisam de intervenção, Muehe indica o monitoramento por imagens de satélites, um dos procedimentos mais eficazes, que exige empenho das prefeituras e dos governos estaduais. A medida é potencializada a partir da parceria com universidades, que permite a realização de pesquisas topográficas frequentes. A partir deste levantamento é que são definidas quais ações podem amenizar o problema. O alto investimento para estes estudos ainda é um empecilho para o desenvolvimento de programas na área, principalmente quando se leva em consideração que os reais impactos serão percebidos em algumas décadas. “Dificilmente um prefeito faz uma ação para se precaver contra um evento que vai acontecer daqui 50, 100 anos”, alerta o geólogo.

Prevenção
O muro de retaguarda é uma das alternativas mais empregadas para evitar o avanço do mar. A medida, no entanto, causa prejuízos à faixa de areia, pois impede que, depois de removidos, os sedimentos sejam repostos pelo movimento das ondas. “Esta ação é uma das piores e agrava o problema. Percebemos que onde tem pedra, não temos mais faixa de areia”, afirma o professor do câmpus litoral da Universidade Federal do Paraná Rangel Angelotti. Quando o muro de contenção não é forte o suficiente para conter o avanço do mar, ocorre a erosão, com a consequente destruição da barreira e o envio de resíduos para o mar.

O aumento da faixa de areia é considerado o melhor procedimento para conter o avanço do mar. A engorda, como é chamada a medida, consiste na alimentação das praias com material retirado do oceano que apresenta características semelhantes aos grãos da areia da praia, o que permite a continuidade do fluxo sedimentar na faixa de areia.

Risco é maior em regiões urbanizadas
As praias urbanas são as mais prejudicadas com a escassez progressiva da areia e a erosão costeira. O geólogo e professor da Universidade de Santa Catarina (UFSC) Norberto Olmiro Horn Júnior alerta que a atuação do homem acelera esta ocorrência. “A influência do homem não é a causadora do problema, mas a ocupação da interface entre o continente e o oceano favorece o processo de erosão”, diz.

O fenômeno ocorre devido à ocupação na área de dinâmica das ondas, onde a movimentação marítima e as correntes de maré realizam o processo de escassez e acúmulo de areia. A presença de casas próximas à praia exige a instalação de muros de contenção para evitar a destruição das construções, o que causa a perda da faixa de areia e a erosão da área construída.

Em 50 anos, a Praia da Arma­­ção, em Florianópolis, perdeu 40 metros de praia, com grande aproximação do mar nas construções. Para evitar a destruição das casas, o ideal é manter a distância de pelo menos 50 metros da área de interface da praia nas áreas urbanas, onde não é possível retirar a estrutura já existente. Nas regiões não urbanizadas, a indicação é iniciar as construções em no mínimo 200 metros, distância que prevê o recuo e avanço do mar sem causar danos. “As medidas realizadas são paliativas, que não trazem resultados a longo prazo. Precisamos de uma equipe multidisciplinar, que pense sobre o que realmente é melhor para a praia”, observa Horn. (CGB)

sábado, 18 de setembro de 2010

Obras no Cabaça e Segredo beneficiam 197 mil pessoas

Segunda-feira, 23 de Agosto de 2010 16:59
Marta Ferreira - Campo Grande News


Divulgação
Com os investimentos do PAC, 21 comunidades de bairros da região Norte da Capital estão recebendo obras.
As obras que o presidente Lula inaugura nesta terça-feira em Campo Grande vão beneficiar diretamente 197 mil moradores, conforme os cálculos da Prefeitura. Elas envolvem recursos de R$ 66,4 milhões, aplicados em urbanização, recuperação de áras degradadas, construção de moradias, abertura de novas avenidas, drenagem, pavimentação e construção de parques lineares.

No Complexo Cabaça, as obras mudaram a paisagem e tiram de situação de risco famílias que moravam em fundo de vale. Os moradores foram transferidos da região do córrego Cabaça e receberam novas residências na Vila Carlota, próximo ao bairro Universitário. Em fevereiro deste ano foi inaugurado o Residencial Geraldo Corrêa da Silva, na rua da Alegria, com 50 unidades habitacionais e redes de água e esgoto e energia elétrica.

São 49 casas com área de 34,68 m² e uma casa adaptada para pessoas com deficiência, com área de 40,07 m². Para a construção das casas o investimento foi de R$ 721,2 mil sendo R$ 509,2 mil provenientes do repasse federal e R$ 211.978,21 de investimentos da Prefeitura Municipal.

As obras incluem, ainda, a continuação da avenida Fábio Zahran, que terá no total 3 km, já com drenagem. Conforme a prefeitura, vão ser beneficiados 104 mil moradores de bairros como Jardim Paulista, Dr. Albuquerque, Maria Aparecida Pedrossian, Moreninha, Rita Vieira, São Lourenço, Tiradentes, TV Morena e Universitário.

Os moradores vão contar ainda com um Parque Linear, que ganhará o nome do presidente Juscelino Kubistchek, com espaço para lazer e esporte. O investimento é R$ 10 milhões.



Complexo Segredo Com os investimentos do PAC, 21 comunidades de bairros da região Norte da Capital estão recebendo obras. No total, as intervenções do Complexo Segredo beneficiam 93 mil pessoas, segundo a prefeitura.

As ações prevêem a ligação da Avenida Mascarenhas de Moraes com o Residencial Estrela do Sul, levando pavimentação asfáltica dos bairros próximos ao Córrego Segredo como Mata do Segredo, José Abrão, Jardim Seminário, São Benedito, Otávio Pécora, Estrela do Sul e Coronel Antonino.

As 500 famílias que moravam às margens do córrego Segredo foram removidas das áreas de risco e transferidas para novas moradias nos residenciais Gabriel Spipe Calarge (Gabura), Tarsila do Amaral e Arnaldino da Silva.

O projeto é formado por urbanização do córrego, com drenagem e pavimentação de 6,5 km de avenidas. O Complexo Segredo compreende ainda a construção de quatro pontes e barragens para conter as enchentes

A população da região também terá um Parque Linear, o Jânio Quadros, com recuperação de áreas degradadas e criação de ciclovias, pistas de caminhada, área de lazer e ainda um centro de reciclagem e viveiro de mudas.

O Complexo Segredo compreende ainda a construção de quatro pontes e barragens para conter enchentes.

 
http://www.campogrande.news.com.br/canais/view/?canal=8&id=304006

Solenidade formaliza início das obras da Estação Ferroviária

Desenvolvimento - Quinta-Feira 02 de Setembro de 2010 - Planurb - Prefeitura de Campo Grande




A restauração do Complexo Ferroviário é uma das ações propostas no Plano de Revitalização do Centro de Campo Grande - que se transformou em Lei municipal (Lei Complementar n. 161, de 20 de julho 2010). As ações começam pela revitalização da Estação Ferroviária com a assinatura, pelo prefeito Nelson Trad Filho e da Superintendente do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), Margareth Escobar da ordem de serviço e da formalização do início das obras.

A solenidade acontece no dia 2 de setembro, a partir das 19 horas, durante a abertura oficial do workshop Gestão Compartilhada do Patrimônio Cultural – ações educativas e de fiscalização. O evento é promovido pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), em conjunto com o Crea/MS, Governo do Estado, Prefeitura de Campo Grande, por meio do Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Planurb) e Prefeitura de Corumbá (veja matéria do evento no site).

Os recursos iniciais, na ordem de R$ 2,5 milhões, oriundos do PAC (Plano de Aceleração do Crescimento) das Cidades Históricas já foram alocados pelo Iphan. De acordo com o prefeito Nelsinho Trad, o início do processo de recuperação do centro de Campo Grande acontece justamente no local onde a cidade começou. “É um passo importante para a preservação das origens do desenvolvimento da cidade”, explica o prefeito referindo-se à antiga Estrada de Ferro Noroeste do Brasil.

Com a intervenção no imóvel da Estação Ferroviária, Campo Grande ganhará a restauração do prédio e a implantação do Centro de Documentação da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil. Além da Estação, passarão, posteriormente, por obras o Armazém Cultural, os galpões de manutenção dos trens, a rotunda da ferroviária e a Rua Dr. Ferreira, na Vila dos Ferroviários. A execução das obras de restauro da Estação será feita pela vencedora da licitação, a empresa Marco Arquitetura, Engenharia Construções e Comércio Ltda.

Para a diretora-presidente do Planurb (Instituto Municipal de Planejamento Urbano), Marta Lúcia da Silva Martinez a restauração da Estação Ferroviária e posteriormente de todo o Complexo, garante a preservação de um momento da história de Campo Grande, tendo como reflexo o desenvolvimento econômico, social e cultural com a promoção do turismo cultural na cidade. “Campo Grande vai ganhar não só um local de valorização da história da cidade, mas um novo espaço de lazer para o campo-grandense e visitantes de fora”, analisa a diretora.


As intervenções na Estação Ferroviária:
- Saguão
Haverá um centro de atendimento ao turista, guichês da bilheteria, loja para venda de produtos culturais, regionais e lembranças diversas.
- Área de embarque/desembarque
Terá lanchonete cultural e pátio coberto para realização de feiras de antiguidades, livros, artesanato e outras manifestações.
- Área multiuso
Área com flexibilidade de utilização para exposições temporárias ou auditório com cadeiras móveis. Esse ambiente terá estrutura metálica e fechamento em vidro, o que vai possibilitar integração com o pátio coberto.
- Centro de Documentação da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil
A proposta é criar ambientes divididos em setores de “Espaço Ciência”, onde serão expostos os objetos restaurados e de “Espaço História”, com projeção por meio de data show da história da ferrovia em Mato Grosso do Sul e Campo Grande e de seus participantes, como depoimentos de ex-ferroviários. Um espaço será destinado à documentação museológica, exposição de mapas e fotos, consulta de documentos, além de oficina para restauração documental.


Ferrovia Noroeste do Brasil

A cidade de Campo Grande teve seu desenvolvimento marcado pela chegada da EFNOB (Empresa Ferroviária Noroeste do Brasil) que induziu sua urbanização, influenciou o desenho do arruamento e a ocupação do espaço nas proximidades da linha férrea, com diversas tipologias de edificações, como a Vila dos Ferroviários, a rotunda e plataformas. A Estação é o edifício mais emblemático do Complexo Ferroviário e um dos mais importantes também para o estado de Mato Grosso do Sul.

História

A inauguração da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, em 1914, representa uma nova etapa no desenvolvimento da cidade de Campo Grande. Com a estação ferroviária instalada a cerca de um quilômetro ao sul do seu núcleo original, a malha urbana foi expandida para que a mesma pudesse ser incorporada à cidade. Constituindo-se num polo de gravitação a partir das plataformas de embarque e dos armazéns de carga, a estação passa a competir em importância com o centro urbano existente, no entorno da Rua Velha (atual Rua 26 de Agosto), primeira via da cidade, onde até então estava concentrada toda atividade econômica, política e social da cidade.
 
Fonte/Autor: Marta Benedito MTB/MS 184-87
 

Tesouro libera R$ 555 milhões para obras da Copa em Fortaleza


Tesouro libera recursos para reforma do Castelão (crédito: Hector Vigliecca/Divulgação)

Da redação - São Paulo  - Portal 2014
postado em 17/09/2010 13:32 h
atualizado em 17/09/2010 13:34 h
 
Saiu a autorização, nesta sexta-feira (17), da Secretaria do Tesouro Nacional (STN) para o financiamento das obras de responsabilidade do governo do Ceará para a Copa 2014.

A análise do STN deu como positiva a realização de operação de crédito ao entender que "o proponente cumpre os requisitos prévios à contratação" no valor de R$ 554,745 milhões.

Do montante, R$ 351,545 milhões são para o estádio Castelão, R$ 170 milhões são para a construção do VLT Parangaba-Mucuripe e R$ 33,2 milhões para as estações do Metrô-Linha Sul. Resta agendar a data de assinatura da liberação do crédito.

http://www.copa2014.org.br/noticias/5296/TESOURO+LIBERA+R+555+MILHOES+PARA+OBRAS+DA+COPA+EM+FORTALEZA.html 

Estádios de 2014: cinco cidades ainda não iniciaram obras


Portal 2014 mostra o andamento dos trabalhos nas doze capitais da Copa

Estádio das Dunas, de Natal: o último a lançar edital de licitação (crédito: Divulgação)
Da redação*   - Portal 2014
postado em 17/09/2010 17:14 h
atualizado em 17/09/2010 18:20 h
 
Após inúmeras críticas da Fifa, as obras  dos estádios da Copa de 2014 enfim dão sinal de avanço. Mesmo assim, em pelo menos cinco das 12 sedes do Mundial a situação permanece indefinida ou as reformas e construções não começaram.

A equipe do Portal 2014 visitou obras, fotografou e levantou informações sobre as cidades-sede que ainda não iniciaram obras e publica hoje uma avaliação completa de cada estádio. As reportagens inauguram a seção Andamento das Obras, que irá mostrar a evolução, mês a mês, de todos os preparativos do Brasil para o Mundial de 2014.

A demora no início dos trabalhos começa a ameaçar a realização da Copa das Confederações, como mostra levantamento do Portal 2014 (leia mais). O evento-teste acontece daqui a 33 meses, enquanto um estádio leva ao menos 30 para ficar pronto. Isso sem questionamentos judiciais ou problemas técnicos com a obra.

Três capitais do Nordeste estão com obras paradas. Recife e Fortaleza já terminaram as licitações, mas não conseguiram tirar suas arenas do papel. Natal, por sua vez, promete lançar o edital na próxima segunda-feira (20/9) e corre o risco de iniciar a construção do Estádio das Dunas apenas em 2011.

No Sudeste, São Paulo ainda patina para definir sua arena. Após o veto ao Morumbi, surgiu como opção o novo estádio do Corinthians. No entanto, o comitê paulista não oficializou a escolha da arena, enquanto o clube permanece alheio ao Mundial, tocando o projeto para 48 mil pessoas.

A situação começa a melhorar em Curitiba. Após um ano de idas e vindas, o Atlético-PR deve assinar na segunda acordo com a prefeitura e o governo do Paraná. Levará R$ 90 milhões com a venda do potencial construtivo, em esquema que ainda depende de aval dos vereadores e dos deputados estaduais.
Belo Horizonte
As obras do Mineirão começaram em janeiro. Segundo o governo, 80% do rebaixamento do gramado foi concluído. A demolição do anel inferior deve terminar em dezembro. Enquanto isso, a licitação para a terceira fase, que define o concessionário por 27 anos, está marcada para outubro. O valor oferecido pelo grupo é de R$ 743,4 milhões, incluindo estádio e esplanada.

BrasíliaO Mané Garrincha está em processo de desmonte e demolição. O governo começou a tocar as obras em maio, após o Tribunal de Contas distrital liberar o edital, então suspenso por suspeita de sobrepreço. Vencedor da licitação, o consórcio Via Engenharia/Andrade Gutierrez entrou nas obras no final de julho.
O estádio concorre à abertura e é o segundo mais caro da Copa (R$ 696 milhões). O Ministério Público distrital quer rescindir o contrato e reduzir a capacidade de 72 mil para 30 mil pessoas (leia mais).

Cuiabá
Após o desmonte e demolição do Verdão, as obras em Cuiabá seguem para a compactação do solo, que prepara a etapa de fundações (leia mais). É o estádio com obras mais avançadas. Custará R$ 342 milhões aos cofres estaduais e será construído pelo consórcio Santa Bárbara/Mendes Júnior.

Curitiba
Prefeitura e governo prometem resolver a situação da Arena da Baixada na próxima segunda-feira. Proprietário do estádio, o Atlético-PR poderá captar R$ 90 milhões em títulos de potencial construtivo para a obra, e bancará outros R$ 30 milhões. As negociações se arrastam há mais de um ano.

Fortaleza
Após seis meses de atraso, o governo do Ceará divulgou nesta semana o vencedor da licitação do Castelão (leia mais). A demora fez de Fortaleza uma das sedes mais atrasadas da Copa. Se homologado, o consórcio Galvão/Serveng/BWA vai construir (R$ 452,2 milhões) e operar o estádio por oito anos.

Manaus
Em fase de demolição, as obras da Arena Amazônia tiveram um pequeno atraso no cronograma, já que a Andrade Gutierrez teve que trazer máquinas de São Paulo. É um dos estádios em fase mais avançada de obras, que começaram em maio. Orçado em R$ 499,5 milhões, o estádio será bancado com recursos estaduais.

Natal
O governo promete para segunda o lançamento do edital do Estádio das Dunas (R$ 400), único sem concorrência lançada. Obras secundárias tiveram início em maio. Em julho, o governador reduziu o valor dos contratos dos projetos de R$ 27,4 milhões para R$ 4 milhões (leia mais).

Porto AlegreO Internacional começou a reforma do Beira-Rio em 29 de agosto, com perfurações para a instalação de estacas que vão dar suporte à cobertura do estádio. As obras de R$ 120 milhões não têm construtora definida.

Recife
Mesmo com a liberação em julho da licença ambiental, as obras da Arena Pernambuco não começaram (leia mais). A concessionária Odebrecht/ISG/AEG finaliza uma pesquisa arqueológica no terreno, enquanto o governo tenta retirar os últimos posseiros da região. A construção está orçada em R$ 464 milhões.

Rio de Janeiro
Governo iniciou em maio obras secundárias no Maracanã. Após definição do consórcio Andrade Gutierrez/Odebrecht/Delta, em agosto, a reforma (R$ 705 milhões) teve início com o desmonte das cadeiras do anel inferior (veja). Os cariocas já têm como certa a final na cidade.

Salvador
Após iniciar intervenções secundárias em maio, o consórcio OAS/Odebrecht implodiu a estrutura da Fonte Nova em 29 de agosto. Dentro de um mês devem começar as obras de fundação do estádio (leia mais). Com construção orçada em R$ 591 milhões, o valor nominal do contrato do estádio chega a R$ 1,6 bilhão, já que envolve gestão e manutenção por 35 anos. A cidade é candidatou à abertura e pode ampliar a Fonte Nova de 50 mil para 65 mil lugares.

São Paulo
Após o veto ao Morumbi, São Paulo definiu o estádio do Corinthians para representar a cidade na Copa. No entanto, não há posicionamento oficial do comitê paulista. O clube construirá arena para 48 mil pessoas (R$ 335 milhões) com a Odebrecht e não se compromete a ampliar o estádio para público de 65 mil. São Paulo concorre à abertura da Copa, mas é a única sede indefinida.

*COLABORARAM: Alexandre de Santi, Daniela Martins, Gabriela Ribeiro, George Fernandes, Igor Costoli, Jackeline Farah, Julio Cesar Lima, Marcos de Sousa, Karlo Dias, Simone Sousa, Rafael Massimino, Thompson Neto e Vanessa Cristani

http://www.copa2014.org.br/noticias/5301/ESTADIOS+DE+2014+CINCO+CIDADES+AINDA+NAO+INICIARAM+OBRAS.html 

Brasil vai demandar 30 milhões de moradias em 12 anos, diz FGV


Extra, Especial Casa Própria, 17/set 

Um estudo feito pelo professor Fernando Garcia, da Fundação Getulio Vargas (FGV), mostra que o Brasil precisará, nos próximos 12 anos, de mais 30 milhões de moradias. De acordo com ele, a expectativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas de um estado) em mais de 5% até 2022, vai fazer com que o Brasil entre no mapa das oportunidades mundiais.

O professor baseou seus estudos também nos recordes de crescimento da construção civil e de contratação de mão de obra, impulsionados, principalmente, pela isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para alguns materiais.

Em relação ao futuro do mercado imobiliário no país, o professor acredita que a construção civil e o petróleo serão os setores que mais crescerão nos próximos 12 anos. Além disso, ele afirma que os eventos esportivos que acontecerão no país - Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas de 2016 - trarão investimentos para o mercado de serviços, comércio e indústria.

No entanto, Garcia afirma que o cenário positivo só será concretizado se os preços da energia elétrica e do gás natural, por exemplo, não subirem demais e se a escassez de mão de obra for sanada.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Natal adia para segunda-feira edital do Estádio das Dunas


Projeto na nova arena de Natal para a Copa (crédito: Populous/Divulgação)
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George Fernandes - Natal
postado em 17/09/2010 - Portal 2014
atualizado em 17/09/2010 11:07 h
O lançamento do edital da parceria público-privada do Estádio das Dunas, palco da Copa 2014 em Nata, foi adiado para a próxima segunda-feira (20). A informação foi divulgada pelo governador do Rio Grande do Norte, Iberê Ferreira de Souza, em entrevista a uma rádio de Nata, na manhã desta sexta-feira (17).

Segundo o gestor da Copa em Natal, Fernando Fernandes, o edital deveria ser lançado nesta sexta-feira (17), mas sofreu novo atraso porque o documento ainda está sendo analisado pelos órgãos responsáveis. Ao menos cinco empresas estariam interessadas na construção do estádio, que deve custar cerca R$ 400 milhões.

Terreno
A prefeita de Natal Micarla de Sousa assinou nesta quinta-feira a doação do terreno do estádio João Machado (Machadão) ao governo do estado para a construção do Estádio das Dunas. A doação do terreno foi aprovada pela Câmara Municipal de Natal e publicada no Diário Oficial do Município em 15 de julho.

“Com este ato de doação, a prefeitura concluiu todas as suas responsabilidades em relação a construção do estádio. Esperamos agora que o governo faça sua parte e lance o mais rápido possível o edital da parceria público-privada que viabilizará a edificação da nova arena” , disse Micarla.

http://www.copa2014.org.br/noticias/5295/NATAL+ADIA+PARA+SEGUNDAFEIRA+EDITAL+DO+ESTADIO+DAS+DUNAS.html

Cuiabá dá ordem de serviço para primeira obra viária da Copa 2014


Viaduto do Despraiado, obra de desbloqueio em Cuiabá (crédito: Reprodução)

Thompson Neto - Cuiabá
postado em 16/09/2010 - Portal 2014

Esta semana deve começar a primeira obra de mobilidade urbana para a Copa de 2014 em Cuiabá. A Agecopa (Agência Estadual de Execução dos Projetos da Copa do Mundo do Pantanal) deu a ordem de serviço para a primeira das 21 chamadas "obras de desbloqueio" do trânsito.

São intervenções em ruas e avenidas que precisarão ser adequadas para receber um fluxo maior de veículos e permitir, futuramente, que obras mais impactantes sejam realizadas sem prejudicar o tráfego nas regiões mais populosas da capital mato-grossense. Nos próximos dias deve ter início a pavimentação de 2,7 km das avs. Mário Palma e Estrada do Ribeirão, no bairro Ribeirão do Lipa.

A Agecopa tem seis licitações em andamento. As 15 intervenções ainda não licitadas dependem de licenciamento ambiental para prosseguir. Entre elas estão três pontes, uma sobre o rio Cuiabá e outras sobre o rio Coxipó. "Estas serão as obras mais complexas. As demais são de pavimentação e alargamento de vias", disse Carlos Brito, diretor de Infraestrutura da Agecopa.

Com as obras de desbloqueio serão criadas alternativas para que a população possa se deslocar pela capital sem a necessidade de utilizar as principais avenidas existentes. Essa medida é essencial para que as avenidas dos grandes eixos possam passar por obras mais adiante.

Pelos cálculos da Agecopa, a previsão é concluir todas as obras de desbloqueio para, então, começar intervenções maiores nas principais vias da cidade. Estas obras serão realizadas quase que simultaneamente entre 2011 e 2013.

Serão três grandes corredores viários para aumentar a fluidez no tráfego em trechos atualmente considerados crônicos, como o acesso do aeroporto ao setor hoteleiro e o centro da cidade até a Arena Pantanal.

Em dois trechos serão implantados BRTs (Bus Rapid Transit), ônibus com pista exclusiva. Esses três corredores vão passar onde hoje é a av. Mário Andreazza ligando Várzea Grande a Cuiabá; a avenida Historiador Rubens de Mendonça (do CPA) até o aeroporto; e o centro de Cuiabá até a região do Coxipó.

Recursos
Os recursos para as obras de mobilidade urbana estão assegurados. As 21 obras de desbloqueio estão orçadas em R$ 142 milhões, e serão bancadas pelo governo do estado.

Os BRTs devem custar R$ 795 milhões. Deste total, R$ 338 milhões virão por meio do Departamento Nacional de Infraestrutura (Dnit), do governo federal. Outros R$ 457 milhões serão financiados pelo PAC da Mobilidade Urbana, com recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).

Brito, da Agecopa, afirma que o governo espera o fim do processo eleitoral para dar seguimento às licitações. Como avenidas deverão ser alargadas para a implantação de novas pistas, muitos imóveis deverão ser desapropriados.

http://www.copa2014.org.br/noticias/5290/CUIABA+DA+ORDEM+DE+SERVICO+PARA+PRIMEIRA+OBRA+VIARIA+DA+COPA+2014.html

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Rebaixamento do gramado do Mineirão está 80% concluído, diz governo

Igor Costoli - Belo Horizonte - Portal 2014
postado em 13/09/2010

O governo de Minas Gerais afirma que 80% do rebaixamento do gramado do Mineirão está concluído. A obra antecede a demolição dos anéis inferiores do estádio e integra a segunda etapa da reforma para a Copa de 2014, com término previsto para dezembro.

O rebaixamento atende a uma solicitação da Fifa para melhorar a visibilidade dos torcedores em relação ao campo. Estão sendo retirados 68,8 mil m3 de terra, e o novo gramado ficará em um nível 3,5m mais baixo que o anterior (leia mais).

Da mesma forma, as arquibancadas serão remodeladas para corrigir as curvas de visibilidade do estádio, que terá 69 mil assentos, 44 novos camarotes e 4.100 vagas de estacionamento.

Um consórcio formado pelas construtoras Egesa, Hap e Construcap foi o único candidato à licitação que define quem comandará a terceira e mais complexa fase da obra (leia mais). O consórcio apresentou proposta R$ 743,4 milhões para a reforma do estádio e intervenções no entorno. Se aprovado, também responderá pela gestão do Mineirão pelos 25 anos seguintes à conclusão da obra, prevista para dezembro de 2012. O governo está avaliando a documentação das empresas e o resultado da análise deve ser conhecido em outubro.

http://www.copa2014.org.br/noticias/5251/REBAIXAMENTO+DO+GRAMADO+DO+MINEIRAO+ESTA+80+CONCLUIDO+DIZ+GOVERNO.html

Obras da Arena Pantanal já estão na fase de fundações

Thompson Neto - Cuiabá - Portal 2014
postado em 13/09/2010

Muita poeira ainda paira sobre o canteiro de obras da nova Arena Pantanal, em Cuiabá. Passada a fase de demolição e desmonte do antigo Verdão, agora os trabalhadores fazem a compactação do solo para, em seguida, iniciarem a etapa de fundação. É a partir da fundação que começa a ser erguido o novo estádio para a Copa de 2014 na capital mato-grossense.

O presidente da Agecopa (Agência Executora das Obras da Copa do Mundo do Pantanal), Adilton Sachetti, disse que está sendo feito um aterro no local do antigo gramado para nivelar o solo.

Segundo Sachetti, a chegada do período de chuvas não deve atrasar os trabalhos na Arena Pantanal. “Haverá uma redução natural no ritmo das obras. Mas não vai atrapalhar o cronograma do trabalho”, disse

http://www.copa2014.org.br/noticias/5253/OBRAS+DA+ARENA+PANTANAL+JA+ESTAO+NA+FASE+DE+FUNDACOES.html

sábado, 4 de setembro de 2010

Vitória: cais entrará em obras

TER, 27 DE ABRIL DE 2010 09:38
ESCRITO POR REDAÇÃO WEBTRANSPO / FOTO: DIVULGAÇÃO
Codesa assina contrato para montar canteiro
Cais será ampliado em 100 metros

Nesta semana, foi dada a ordem de serviço para a montagem do canteiro de obras para reforma, alargamento e ampliação dos berços 101 e 102 do Cais Comercial de Vitória.
De acordo com o contrato estipulado pela Codesa (Companhia Docas do Espírito Santo), o cais vai ser ampliado em 100 metros.
A empresa carioca Christiani-Nielssen Engenharia S.A. será a responsável pela obra. O canteiro de obras será montado Capuaba devido a falta de espaço na retroárea do Cais de Vitória.
No espaço serão produzidas as estruturas pré-moldadas e estacas metálicas, que serão usadas no alargamento do cais em 22 metros - sentido Baía de Vitória - e para a ampliação até os fundos do Edifício Fábio Ruschi.
O prazo para a conclusão da obra é de 15 meses, e deve ser iniciada nas próximas semanas.

Governo Lula prevê três novas avenidas para Campo Grande

15.08.2010 - Zeca 13 Programa Eleitoral



Obra com recursos do Fundo de Vale dos Córregos Segredo e Cabaça

Campo Grande ganhará maior mobilidade urbana com a inauguração de três novas avenidas. As obras fazem parte do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) do Governo Lula. As novas vias contemplarão os bairros localizados nas saídas de Aquidauana, Sidrolândia e Cuiabá.

O Governo Lula, em parceira com a prefeitura da Capital, está investindo R$ 65,2 milhões no projeto de urbanização do córrego Segredo. A Avenida Ernesto Geisel, conhecida como Norte Sul, ganhará mais 4,5 quilômetros, interligando a Avenida Mascarenhas de Morais, no bairro Monte de Castelo, ao Conjunto Estrela do Sul.

Arrojado, o projeto prevê a pavimentação de outros bairros, construção de ciclovia, centro de convivência e quadras esportivas. Somente essa obra deverá beneficiar 21 comunidades e dará maior mobilidade urbana para os moradores da região norte da Capital.

IMBIRUSSU SERRADINHO

A segunda avenida está sendo construída entre as avenidas Duque de Caxias, na Vila Popular, e Euller de Azevedo, no Bairro José Abrão. A urbanização dos córregos Imbirussu e Serradinho prevê a construção de via marginal de 6,3 quilômetros, com parque linear, obras de contenção de enchente e preservação do fundo de vale.

Segundo a proposta, 850 famílias foram removidas de área de risco. Com o PAC, Lula acabou com o drama do alagamento de residências e estabelecimentos comerciais na região da Vila Popular, um drama que ficou sem solução por décadas.

A nova avenida e a pavimentação de outras vias contemplarão 47 comunidades, incluindo-se os bairros Popular, Zé Pereira, Aeroporto, Imá e outros.

LAGOA

PAC está fazendo novas vias para a Capital Morena

A terceira avenida custará R$ 35 milhões aos cofres públicos. A via interligará a Avenida Duque de Caxias, na região do Comando Militar do Oeste, até os bairros localizados na saída para Sidrolândia.

Lula lançou a obra do PAC Lagoa quando veio visitar as obras de urbanização dos córregos Imbirussu e Serradinho. A nova via prevê a remoção de famílias de área de risco, parque linear e uma via marginal ao córrego Lagoa.

O projeto será complementado com mais R$ 38,3 milhões para as obras de pavimentação e drenagem nos bairros São Conrado, Santa Emília, União, Caiobá e Aquarius. O PAC do Lagoa já promoveu o reassentamento de 100 famílias no Portal Caiobá II.