quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Mais três viadutos da Via Expressa serão entregues nesta quarta

28/09/2010 - Governo do Estado da Bahia




Foto: Alberto Coutinho/AGECOM

Via Expressa Baía de Todos-os-Santos

Cerca de 56 mil veículos que trafegam por dia na Rótula do Abacaxi utilizarão mais três viadutos (11, 13 e 16) da Via Expressa Baía de Todos-os-Santos, que serão liberados para o tráfego na tarde desta quarta-feira (29). O evento, realizado a partir das 15h, vai contar com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Os viadutos vão ligar a Avenida Heitor Dias ao Cabula, o Cabula à Rótula do Abacaxi e a Rótula do Abacaxi à Avenida Heitor Dias, desafogando o trânsito na região. Segundo o presidente da Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder), Milton Villas-Boas, com a liberação dos viadutos, serão aceleradas as obras viárias nos trechos em superfície na Rótula do Abacaxi. Além disso, vai facilitar a conclusão do viaduto 12, que vai ligar a BR-324 à Avenida Heitor Dias.

A Via Expressa foi dividida em sete etapas. Os viadutos a serem liberados pertencem à frente I e à frente II, que representam 54% do projeto e estão diretamente ligadas à Avenida Heitor Dias. A primeira pista vem dessa avenida, seguindo, através do viaduto 13, para a Ladeira do Cabula (agora em sentido único), com a opção de um desvio que leva à BR-324.

O viaduto 13 também estará servindo àqueles que se dirigem à Avenida Luís Eduardo Magalhães (Paralela), pela BR-324, evitando o tráfego da região do Iguatemi e adjacências. A segunda pista tem origem no Cabula e segue um trecho de 60 metros da Rua Cristiano Buys, ligando ao viaduto 16, até desembocar no viaduto 11, em direção à Avenida Heitor Dias. O motorista também terá a opção de seguir para a Avenida Barros Reis, fazer o contorno para o Iguatemi ou mesmo subir a Ladeira do Cabula.

Na frente I (Ladeira do Cabula/BR-324) ficam o viaduto 16 e as vias de superfície, tendo como ações de interferência o metrô, que passa sob o viaduto, e as redes de esgoto, elétrica e de telefonia. Já a frente II (Rótula do Abacaxi) é composta por cinco pistas, sendo que duas já foram liberadas à população no início de agosto. As duas pistas já liberadas (com os viadutos 14 e 15) fazem a ligação entre a Avenida Barros Reis (Retiro) e o Iguatemi, nos dois sentidos. O viaduto 12, em fase de conclusão, vai permitir o acesso pela BR-324 à Via Expressa Baía de Todos-os-Santos que, por sua vez, fará a ligação exclusiva para caminhões de carga ao Porto de Salvador.

Investimentos

Nas duas primeiras etapas do projeto viário já foram aplicados mais de R$ 120 milhões, sendo que o investimento total é de R$ 381 milhões. A expectativa é que toda a Via Expressa seja concluída no segundo semestre de 2011. O projeto viário comporta 14 viadutos, quatro passarelas, três túneis e 3,2 mil metros de ciclovias.

As obras da Via Expressa Baía de Todos-os-Santos fazem parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e têm como objetivo ligar a BR-324 ao Porto de Salvador, facilitando o acesso dos transportes de carga e desafogando os pontos críticos da cidade. No total, a Via Expressa vai contar com dez faixas, sendo seis para tráfego urbano e quatro exclusivas para veículos de carga.

Orientação aos motoristas

· A Ladeira do Cabula passará de mão-dupla para mão-única, no sentido Rótula- Cabula
· Os veículos provenientes do Cabula para a Rótula do Abacaxi devem utilizar um acesso pela Rua Cristiano Buys e depois o viaduto sobre a BR-324
· A Rua Cristiano Buys terá o sentido duplo interrompido a partir da Escola Municipal Antônio Eusébio
· Existirá uma ligação direta da Avenida Heitor Dias ao Cabula através de viaduto
· Haverá uma ligação da Avenida Heitor Dias com a BR-324 por meio de viaduto e uma área de acesso
· Existirá uma ligação direta da Rótula do Abacaxi com a Avenida Heitor Dias para os veículos provenientes do Cabula através de viaduto

Publicada às 9h25
Atualizada às 13h20
 

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Histórico de Porto Velho

Retirado do site do IBGE Cidades em 23/11/2010
 
A situação à margem direita do Rio Madeira, facilitando o embarque e desembarque dos navios no local em que hoje se encontra Porto Velho, apresentava condições favoráveis para o estabelecimento de um porto fluvial. A direção da Madeira - Mamoré Railway Co., baseada em relatórios dos engenheiros Carlos Morsing e Júlio Pinkas e do eminente sanitarista Oswaldo Cruz, entrou em entendimentos com o Governo Federal, no sentido de transferir a construção da estação inicial da ferrovia para Porto Velho. O local já era preferido pelos ferroviários da Companhia, então sediada no Município de Santo Antônio, que para lá iam aos domingos e feriados pescar ou realizar excursões.

Começadas as obras de saneamento do local e a construção das instalações necessárias para os serviços da ferrovia - estação inicial e oficinas respectivas - foi encetada, também, a remoção do pessoal de Santo Antônio para Porto Velho que, assim, experimentou considerável surto populacional. Formou-se um núcleo populoso e um porto fluvial de grande movimento, que serviu de base à criação do futuro Município.

Parte das terras que constituem Porto Velho pertenciam ao Município de Humaitá, Estado do Amazonas, limítrofe do antigo Município de Santo Antônio do Madeira, Estado de Mato Grosso.

Em 13-09-1943 é criado o Território Federal do Guaporé, posteriormente denominado Rondônia, tendo como capital, o município de Porto Velho, condição conservada quando da elevação do Território a categoria de Estado em 1981.



Gentílico: porto-velhense



Formação Administrativa



A Lei n° 741, de 30 de outubro de 1913, criou o Termo de Porto Velho, pertencente a Comarca de Humaitá, ficando o Poder Executivo autorizado a traçar seus limites, o que foi feito através do Decreto n° 1.063 de 17 de março de 1914. A instalação do Termo ocorreu a 30 de janeiro seguinte.

A 2 de outubro de 1914, pela Lei n° 757, era criado o Município, com a mesma denominação - Porto Velho e sede na povoação já existente, ficando o Poder Executivo autorizado a entrar em acordo com o Governo Federal, a Madeira - Mamoré Railway Co. e os proprietários de terras particulares da localidade, para a fundação da vila, com o aproveitamento das obras de saneamento já existentes realizadas por aquela Companhia. A instalação da vila ocorreu a 24 de janeiro de 1915.

Pela Lei n° 1.011, de 7 de setembro de 1919, foi a vila de Porto Velho elevada a categoria de cidade.

O decreto federal n° 5.812, de 13 de setembro de 1943, criou vários territórios federais, entre estes o do Guaporé, que em 1956 passou a denominar-se Rondônia. Do Território Federal passaram a fazer parte os Municípios de Porto Velho e Guajará-Mirim.

Pelo decreto-lei n° 5.839 de 21 de setembro de 1943, que dispôs sobre administração dos Territórios Federais, o Município de Porto Velho passou a Capital do Território.

A lei complementar nº 41, de 22-12-1981, elevou o Território de Rondônia à categoria de Estado, conservando o Município de Porto Velho como capital.

Fonte: IBGE
 

Bairro Nacional está interligado ao centro da cidade pela Farquar

19/11/2010 - Prefeitura Porto Velho  

 
A prefeitura de Porto Velho, através da secretaria municipal de Obras (Semob) concluiu as obras de pavimentação da Avenida Farquar, ligando definitivamente o centro da cidade com o bairro Nacional. Os 875 metros de pista estão totalmente sinalizados pela secretaria municipal de Transportes e Trânsito (Semtran). "Esta ligação entre a Avenida Migrantes e a Estrada do Belmont vai trazer dois benefícios diretos e muito importantes, principalmente para os moradores daquela região. O primeiro é a facilidade de acesso daquela população ao centro comercial, às Escolas e ao trabalho. Antes era preciso sair do bairro Nacional 
 
pela Avenida Costa e Silva até a Migrantes e descer para encontrar com a Farquar, agora com a via asfaltada, o caminho está direto. Outro benefício é com relação ao tráfego das carretas de transporte de combustível que não vão mais disputar espaço com os outros veículos e pedestres nas vias estreitas do Nacional, as carretas utilizarão a Farquar para chegar e sair das distribuidoras de combustíveis, livrando as vias do bairro para os moradores", destacou o prefeito Roberto Sobrinho.

 
 
O secretário de Obras, Marcelo Fernandes, explicou que, "foram cerca de quinze dias intensos de trabalho contra o tempo chuvoso para concluir este asfaltamento como determinou o prefeito, inclusive tivemos que interromper por duas vezes os trabalhos de aplicação da capa asfáltica por causa das chuvas, mas a obra 
 está concluída", disse
 
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Para segurança dos usuários a prefeitura criou nas laterais das vias, duas ciclo faixas para que o trânsito pesado das carretas seja separado dos ciclistas. "A pista tem 20 metros de faixa, a parte asfaltada tem 12 metros de largura, com espaço suficiente para que o trânsito flua rapidamente e com segurança", salientou o secretário.

O asfaltamento consumiu cerca de uma tonelada e meia de massa asfáltica que foi aplicada sobre uma grande obra de sub-base e base, que também consumiu toneladas de cascalho. Antes, foram feitas profundas obras de drenagens, limpeza e alargamento do canal, construção de galerias de concreto, instalação de manilhas. Os recursos foram provenientes de emenda parlamentar através do repasse da Caixa Econômica Federal ( CEF) e contrapartida da prefeitura.

Por: Fabrícius Bariani
Fotos: Estevão Quintela