domingo, 30 de outubro de 2011

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sábado, 29 de outubro de 2011

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sábado, 22 de outubro de 2011

Investimentos para mobilidade nas cidades-sede da Copa devem chegar a R$ 18 bi

22/10/2011 - Agência. Brasil

O PPA prevê investimentos nos próximos quatro anos de R$ 5,4 trilhões

Por Marcos Chagas

Brasília - O relatório preliminar do Plano Plurianual (PPA) para o período de 2012 a 2015 prevê investimentos de R$ 18 bilhões, nos próximos três anos, para projetos de mobilidade urbana nas cidades que sediarão a Copa do Mundo de 2014. O valor destinado às políticas de infraestrutura preveem investimentos totais de R$ 1,2 trilhão, segundo o relator Walter Pinheiro (PT-BA), que apresentou parecer hoje (21) à Comissão Mista de Orçamento.

O relatório deverá ser apreciado na comissão na quinta-feira (27). A expectativa do relator é que o parecer final do Plano Plurianual 2012-2015 seja votado pelo Congresso na primeira semana de dezembro.

O senador ressaltou que existe entre os parlamentares a preocupação para que os projetos em obras viárias e de transporte urbano nas cidades-sede sejam elaborados para perdurar e também melhorar o deslocamento do cidadão. “Esses programas não podem ter como finalidade apenas o deslocamento das pessoas durante a copa, mas, sim, facilitar o deslocamento urbano de cada um.”

O PPA prevê investimentos nos próximos quatro anos de R$ 5,4 trilhões. Para facilitar o trabalho e a definição de como e onde esses recursos serão aplicados, Pinheiro dividiu o programas em quatro principais áreas do governo: políticas sociais, políticas de infraestrutura, políticas de desenvolvimento produtivo e ambiental e, por fim, políticas e temas especiais.

Do total de recursos destinados à área social, R$ 1,4 trilhão – 57% do total previsto para as áreas temáticas do PPA – estão previstos para o Programa da Previdência Social. Mais R$ 316,7 bilhões devem ser usados nos próximos quatro anos em programas de aperfeiçoamento do Sistema Único de Saúde (SUS). Para programas de incentivo e geração de trabalho, emprego e renda; o valor previsto chega a R$ 248 bilhões, e a área de Educação deve consumir recursos governamentais da ordem de R$ 197,6 bilhões.

Para infraestrutura, estão previstos 26% dos R$ 5,4 trilhões de investimentos entre 2012 e 2015. Esses valores foram distribuídos, segundo Walter Pinheiro, para os programas de moradias dignas que terá à disposição R$ 389,7 bilhões; petróleo e gás (R$ 227,7 bilhões); energia elétrica, R$ 177,2 bilhões; combustíveis, R$ 122,5 bilhões ; e mais R$ 117,1 bilhões serão investidos em transporte.

Os programas de desenvolvimento produtivo e ambiental receberão 14% dos quatro programas temáticos estabelecidos pelo relator. Pinheiro destacou os recursos que serão repassados para programas de agropecuária sustentável, abastecimento e comercialização chegarão a R$ 211,8 bilhões nos próximos quatro anos. Ele disse também que para ações ligadas ao comércio exterior estão previstos R$ 181,2 bilhões e os programas de desenvolvimento produtivo receberão investimentos da ordem de R$ 101,6 bilhões.

O relator do PPA frisou que as políticas de desenvolvimento produtivo e ambiental têm objetivos bem específicos como ampliar o investimento de 18,4% para 22,4% do Produto Interno Bruto (PIB); de 44,3% para 45,3% o valor agregado da indústria nacional nos próximos quatro anos e elevar de 30,1% para 31,5% a participação da indústria.

Os investimentos ambientais foram divididos em programas temáticos. Entre eles, os programas de florestas, prevenção e controle do desmatamento e dos incêndios deverão receber R$ 5,8 bilhões. Já R$ 2 bilhões estão previstos em programas relacionados a mudanças climáticas.

Na área de políticas e temas especiais estão previstos recursos de R$ 60,5 bilhões para “a organização do Estado”, especialmente na Política Nacional de Defesa.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Dilma anuncia investimento de R$ 30 bi em obras de transporte urbano

17/10/2011 - Agência Rio

A presidente Dilma Rousseff anunciou nesta segunda-feira (17) investimento de R$ 30 bilhões, pelo governo federal, em obras de mobilidade urbana. Segundo ela, o pacote vai incluir a construção de metrôs, corredores exclusivos para ônibus e veículos leves sobre trilhos (VLT).

“A população passa boa parte de seu tempo se deslocando entre a casa, o trabalho, a escola e outras atividades. Por isso, garantir um transporte público de qualidade, rápido, moderno, seguro e com preços acessíveis significa melhorar a vida de todas as pessoas”, disse.

No programa semanal Café com a Presidente, Dilma lembrou que nas cidades brasileiras onde já há serviços de metrô, o transporte é reconhecido como rápido, moderno, com qualidade e conforto por diversas classes sociais.

Apenas em Curitiba (PR), segundo ela, o metrô será responsável pelo transporte de cerca de 300 mil pessoas todos os dias. Já em Belo Horizonte (MG), de acordo com a presidenta, a ideia é construir 11 terminais de integração de ônibus. A obra deve incluir sete municípios da região metropolitana.

Em Porto Alegre (RS), serão oito corredores. Outra opção de transporte público são os trens urbanos, com previsão de construção em São Leopoldo e Novo Hamburgo, ambos no Rio Grande do Sul, e em outras 21 cidades.

“Cada vez mais brasileiros estão tendo oportunidade de comprar o seu próprio carro. É sinal que a renda da população está melhorando e o país continua crescendo. Comprar seu próprio carro significa também ter um transporte para os dias de lazer, para que você possa passear com a sua família. Mas a solução do transporte nas grandes cidades está no investimento no transporte público de qualidade. Sem isso, as cidades se transformam em um caos”, concluiu Dilma.

MS

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

BNDES libera R$ 647 milhões para 6 novos shoppings

12/10/2011 - O Estado de São Paulo

Empreendimentos serão construídos nas cidades de Jundiaí, Ribeirão Preto, Barueri, Rio de Janeiro e Manaus

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) informou, por meio de um comunicado, que aprovou um financiamento de R$ 647,7 milhões para seis novos shoppings centers nos estados de São Paulo, do Rio de Janeiro e do Amazonas. Segundo o banco, os empreendimentos serão erguidos nas cidades de Ribeirão Preto, Jundiaí, Barueri; na capital fluminense; e em Manaus.

O Interior do Estado de São Paulo deverá ficar com R$ 141,4 milhões para a construção do shopping Center Iguatemi Ribeirão Preto. Os recursos serão alocados à SCIRP Participações Ltda., Sociedade de Propósito Específico (SPE) criada pela Iguatemi Empresa de Shopping Centers S.A. (IESC) para a operação. Também no interior de São Paulo, a construção do Jundiaí Shopping será financiada com R$ 124,1 milhões. O beneficiário é a Multiplan Empreendimentos Imobiliários, empresa responsável pelas obras e que pertence ao Grupo Econômico Multiplan, operador de shopping centers no País.

Ainda no interior paulista, o Parque Shopping Barueri receberá do BNDES R$ 30,8 milhões. O beneficiário é a Send Empreendimentos e Participações Ltda, que possui 13 shopping centers em operação e cinco em implantação. No Rio de Janeiro, o ParkShopping Campo Grande, a ser construído no bairro de Campo Grand, na zona oeste, receberá R$ 99,8 milhões. O responsável pelo projeto também é o grupo econômico Multiplan. Ainda na Zona Oeste, o bairro de Jacarepaguá contará ainda com o Shopping Metropolitano, cuja construção será financiada pelo BNDES com R$ 144 milhões.

No Amazonas, o shopping Ponta Negra será construído próximo às margens do Rio Negro, na cidade de Manaus, e receberá financiamento de R$ 107,6 milhões. O responsável pelo projeto é a JHSF Manaus Empreendimentos e Incorporações S.A.

Recorde

O BNDES deve bater recorde, referente ao ano passado, de desembolsos para o setor de shoppings e de condomínios lojistas este ano. A informação partiu da chefe do Departamento de Bens de Consumo, Comércio e Serviços do banco, Ana Cristina da Costa.  Segundo ela, as liberações do banco para o segmento atingiram em torno de R$ 360 milhões em 2010. De janeiro a julho deste ano, os desembolsos alcançaram R$ 249 milhões. "Tudo indica que provavelmente vamos bater o recorde do ano passado este ano", afirmou.

A chefe de departamento lembrou que, em março de 2009, houve uma mudança nas regras do banco para financiamentos no setor de shoppings e condomínios lojistas. Antes desta data, o banco concentrava liberação de recursos paara estes segmentos somente em áreas menos abastadas, com maior potencial de desenvolvimento urbano, como na região Norte, por exemplo. Assim, na prática, o empreendimento poderia ajudar ao aprimoramento da economia nas localidades. Mas agora esta restrição não existe mais. "Antes desta mudança, os desembolsos na área giraram em torno de R$ 100 milhões", afirmou a especialista.

Ana Cristina comentou que, além de aprovações de financiamentos para seis novos shoppings centers, anunciadas pelo banco hoje, o BNDES tem atualmente em análise mais quatro operações de consulta de financiamento com perfil similar às divulgadas hoje, à espera de possível enquadramento. Pelo menos uma pode ter desembolso aprovado ainda este ano, de acordo com ela.

Na avaliação de Ana Cristina, o aumento de interesse por empreendimentos como shoppings centers está ligado ao contínuo aquecimento da demanda no mercado interno, nos últimos dois anos. Ela lembrou ainda que, neste período, ocorreram também ascensões sociais nas faixas de renda C e D, que aumentaram seu potencial de consumo - impulsionado por bons desempenhos do mercado de trabalho, e aumento da renda.

Isso, na prática, ajudou a incrementar a participação das liberações do banco voltadas para o setor de comércio e de serviços. Nos desembolsos totais do BNDES, a participação do setor de comércio e serviços atingia  12% em 2009; saltando para 16% em 2010. No último boletim de desempenho do banco, de julho de 2011, este setor já atingia fatia de 18%.

Para a chefe de Departamento, o aumento do interesse das empresas por empreendimentos por shoppings e condomínios lojistas deve continuar em 2013, mesmo com perspectiva de crescimento mais fraco da economia para o ano que vem. "Não estamos prevendo nenhuma mudança drástica nesta trajetória", afirmou.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Macaé livre das favelas

09/10/2011 - O Dia, Especial

Quatro mil famílias de baixa renda vão ser beneficiadas pela prefeitura da cidade

Muita coisa mudou na vida da dona de casa Eliane Helena Xavier da Silva, 41 anos, depois que foi contemplada com uma casa no Condomínio Morada das Rosas, no Bairro Ajuda, em Macaé. "Tenho uma renda de apenas R$ 540,00 e com a economia, comprei móveis novos e passei a ter melhor qualidade de vida", explica a dona de casa, uma representante das 4 mil famílias de baixa renda que serão beneficiadas com a política de habitação da Prefeitura de Macaé. As ações já atenderam 1.152 famílias. A previsão é investir mais de R$ 300 milhões no projeto Macaé Sem Favelas, desenvolvido pela Secretaria Municipal de Habitação.

Depois de décadas sem receber verbas do governo federal, Macaé conta hoje com uma sólida parceria com a União. De acordo com o secretário da pasta, José Cabral, o governo está com uma reserva de terras de 800 mil m² para atender a demanda de moradia. "O município está alinhado às diretrizes do Ministério das Cidades na captação de recursos, como o Programa de Aceleramento do Crescimento (PAC) e Minha Casa, Minha Vida", afirma José Cabral.

O PAC 1, que está sendo executado na Comunidade Nova Esperança, irá beneficiar 64 famílias. As obras já estão em fase de finalização. O PAC 2 está na etapa de análise de documentação na Caixa Econômica Federal. Esta fase irá retirar mais 128 famílias de áreas de risco como Ajuda de Baixo e Planalto da Ajuda. Além disso, o grupo gestor do PAC está concluindo o projeto de captação de recursos do Pró-Moradia, que prevê a retirada de 500 famílias das margens do canal da Rua Medeiros, em Nova Holanda e Nova Esperança. As obras devem iniciar ainda este ano.

O secretário destaca que o ponto principal do Macaé Sem Favelas é a conclusão do Plano Local de Habitação de Interesse Social. As primeiras comunidades atendidas serão Águas Maravilhosas, Ilha Leocádia e Fronteira, beneficiando 1000 famílias. Do total, a Caixa já autorizou 336 unidades.