quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Retomadas obras de mobilidade urbana em Fortaleza

21/08/2012 - Mobilize Brasil, Roberta Maia

Capital cearense corre com a mobilidade urbana, enquanto prosseguem obras de aeroporto e estádio da Copa 2014

O atraso nas obras de mobilidade urbana se deu devido à quebra de contrato entre a prefeitura de Fortaleza e a construtora Delta, ganhadora da primeira licitação mas que é investigada por irregularidades pela Polícia Federal. Por outro lado, avançam as obras do aeroporto de Fortaleza e do estádio Castelão, já com mais de 83% dos trabalhos prontos.
 
No entorno do estádio Castelão, as obras de mobilidade urbana - que estavam suspensas desde maio em função do caso Delta - foram retomadas no último dia 13. Indispensáveis para a Copa de 2014, as transformações começarão pela avenida Alberto Craveiro, que será alargada e passará a ter quatro faixas em cada sentido. A prefeitura de Fortaleza avalia o custo destas obras em R$ 22,8 milhões.
 
A construtora Serveng Civilsan, vencedora da nova licitação, prevê também iniciar até o final de setembro as obras do túnel ligando as avenidas Alberto Craveiro e Paulino Rocha, bem como a construção de quatro túneis na Via Expressa, que liga os bairros do Mucuripe às proximidades do Castelão, cortando boa parte da capital cearense. O contrato assinado entre a prefeitura e a construtora é de R$ 232.562.147,82.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Florianópolis: governo apresenta propostas para quarta ligação Ilha-Continente na segunda-feira

28/07/2012 - ND Online

Ao todo, 12 propostas do modelo da estrutura da travessia Ilha-Continente foram apresentadas. Entre eles, túnel, ponte e trem de superfície

Daniel Queiroz/ND

Técnicos fazem sondagem na região onde ficará a ligação
 
O governador Raimundo Colombo (PSD) anuncia na segunda-feira o resultado da primeira etapa para escolha do modelo da quarta ligação Ilha-Continente. Ao todo, 12 propostas de empresas brasileiras e do exterior foram entregues. Entre os projetos há ponte, túnel, teleférico e um trem de superfície. A partir de agora, uma comissão multidisciplinar terá 30 dias para avaliar as ideias.

Segundo Colombo, 50 empresas manifestaram o interesse no começo do processo, três delas chegaram a realizar sondagens no fundo do mar, cerca de 500 metros ao lado da ponte Hercílio Luz, em direção à Beira-mar Norte. Apenas 24% das candidatas que procuraram o governo entregaram os projetos dentro do prazo.

Para o presidente do Deinfra (Departamento Estadual de Infraestrutura), Paulo Meller, o resultado foi satisfatório. “Ficou dentro do que esperávamos. Nas licitações do Deinfra, 150 pessoas retiram o edital, mas apenas dez participam”, argumentou.

Meller destacou ainda que entre as candidatas estão grandes empresas do setor. “Recebemos propostas de todas as empresas de renome do Brasil. Vamos analisar a vasta documentação apresentada”, explicou.

A decisão sobre qual modelo será adotado na travessia não deve ocorrer até dezembro do ano que vem. Até o resultado, as concorrentes precisam fazer estudos para comprovar a viabilidade das alternativas entregues. A autorização para a sequência dos projetos será dada no dia 22 de setembro.

Construção será por PPP ou concessão

O governo tem duas possibilidades para a construção do acesso entre a Ilha e a BR-101. A primeira opção é o modelo de PPP (Parceria Público-Privada), na qual o Estado divide as despesas da obra com o setor privado. A segunda é por meio de concessão. A candidata fica responsável pela execução do projeto e o poder público não tem custos. Nos dois casos, os usuários terão que pagar pedágio e o que pode variar é o preço da tarifa.

No lançamento do projeto, Paulo Cesar da Costa, secretário de Assuntos Estratégicos e presidente da SCPar, informou que existem apenas 21 acordos de PPP em andamento no Brasil. Em Santa Catarina, não há nenhuma estabelecida. “É um modelo difícil, mas plenamente possível de se realizar. Depois que ocorrer a primeira, a coisa avança. A PPP é uma ferramenta importante para estados com recursos insuficientes para a realização de obras”, argumentou.

CRONOGRAMA
Passo a passo até a definição

Segunda fase

- Trinta dias para a comissão multissetorial, formada por integrantes da SEI (Secretaria de Estado da Infraestrutura), Deinfra (Departamento Estadual de Infraestrutura) e SC Parcerias, analisar o conteúdo recebido.

- Quinze dias para a comissão confeccionar um termo de referência para a segunda fase da PMI. O documento vai orientar os interessados nas próximas etapas da PMI.

- Quinze dias para análise e aprovação do termo de referência pelo conselho gestor da PPP (Parceria Público-Privada)

Terceira fase

- 22 de setembro: governo lançará a PMI 2, que autoriza os melhores proponentes a dar sequência na elaboração dos projetos.

- 120 dias é o prazo para os classificados realizarem o Evtea (Estudo de Viabilidade Técnica e Ambiental)

- 20 de janeiro de 2013: entrega das propostas de PMI 2

- Durante 75 dias a comissão vai analisar as propostas finalistas.

- 5 de abril de 2013: previsão de divulgação do modelo escolhido para a quarta ligação

- 120 dias para elaboração do projeto e estudos jurídicos, econômico e financeiro

- Mais 75 dias para a formatação do edital de PPP ou concessão

- 16 de dezembro de 2013: lançamento do edital de PPP ou concessão 

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Google amplia Street View no País

15/08/2012 - O Estado de São Paulo

Serviço já contempla mais de 70 cidades brasileiras; imagens de visualização em 360 graus também são ampliadas

SÃO PAULO – Nesta semana, o Google Street View, disponível no Brasil desde 2010, aumentou sua coleção de imagens panorâmicas do País para mais de setenta cidades.

Agora é possível encontrar cidades históricas da época colonial como Fortaleza, a arquitetura marcante de Brasília, o litoral de Recife, Natal e Salvador ou fazer uma viagem a Foz do Iguaçu.

Cobertura do serviço em 2010 (esquerda) e em 2012 (direita)

Caso esteja planejando uma viagem de fato, o usuário pode dar uma olhada antecipada na área do seu hotel, além dos shoppings, monumentos históricos e restaurantes próximos, familiarizando-se com os arredores do destino escolhido. As visualizações panorâmicas em 360 graus também foram ampliadas.

“Se você estiver planejando visitar um desses locais ou se deseja apenas fazer um tour do conforto da sua poltrona, esperamos que você goste dessas novas imagens”, disse o Google em seu blog.

Segundo a empresa, o aumento de áreas cobertas pelo Street View ocorre agora em função da proximidade de eventos importantes que se realizarão aqui, como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, que trarão turistas do mundo todo e visitantes do próprio Brasil a cidades e marcos históricos pelo País.
    

Ribeirão Preto cai em ranking de saneamento

16/08/2012 - Folha de São Paulo

Franca fica entre as 3 melhores

Ribeirão Preto (313 km de São Paulo) caiu no ranking de saneamento básico divulgado nesta quinta-feira pelo Instituto Trata Brasil.

A cidade, que no ano passado ocupava a sexta posição, agora é a 13ª colocada no ranking.

Franca (400 km de São Paulo), por sua vez, manteve a terceira colocação do levantamento do ano anterior.

De acordo com o instituto, os dados das cem cidades mais populosas do país mostram que "a universalização do saneamento básico no Brasil ainda está distante".

Santos (SP) lidera o ranking, seguida por Maringá (PR). São Paulo é a 18ª colocada.

Complexo viário prepara Aracaju para o futuro 

16/08/2012 - FAX Aju

A Prefeitura de Aracaju está realizando um dos mais importantes e ousados investimentos em infraestrutura mobilidade e desenvolvimento urbanos. A construção do Viaduto da avenida Tancredo Neves criará um novo corredor de trânsito que interligará a região central e comercial da capital às áreas residenciais da Zona Sul. Executada pela Empresa Municipal de Obras e Urbanização (Emurb), a obra compreende a construção de viaduto, ciclovia, rede de drenagem tubular, pavimentação asfáltica e iluminação.

Com prazo de execução de 540 dias a obra é custeada pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e está orçada em cerca de R$ 26,8 milhões. A intervenção da administração municipal junto à instituição financeira internacional foi fundamental para a concretização da obra e, assim, realizar de um sonho antigo da população aracajuana. 

Trabalho 

Equipes da Emurb trabalham diariamente para dar celeridade à obra e entregar o novo complexo viário dentro do prazo estabelecido inicialmente. Essa semana os trabalhos estão sendo focados nas etapas que marcam as etapas estruturais. Os cerca de 50 profissionais trabalham na construção das pré-lajes do viaduto, concreto armado e nos pré-moldados das paredes de concreto. Toda essa engrenagem garantirá consistência e estabilidade da fundação da estrutura do novo complexo viário. 

Futuro 

A obra significa um marco da administração municipal nos investimentos em políticas de infraestrutura e mobilidade urbana. O novo complexo viário desenha um importante corredor viário que desafogará outras importantes avenidas que interligam várias regiões da cidade. Além de equalizar problemas atuais, a obra prepara Aracaju para o futuro.

De acordo com o presidente da Emurb, engenheiro Osvaldo Nascimento, esse investimento da PMA demonstra o compromisso da administração municipal em executar políticas de planejamento urbano. Essa obra é a prova de que Aracaju tem uma política responsável e moderna de infraestrutura e mobilidade urbana. Todo investimento nessa área tem por objetivo garantir qualidade de vida para os aracajuanos e preparar a nossa capital para o futuro, destaca o engenheiro.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Contratos de mobilidade urbana são assinados em Porto Alegre nesta quinta

09/08/2012 - Portal da Copa

Serão investidos mais de R$ 28 milhões nas duas obras no entorno do estádio Beira-Rio

Nesta quinta-feira (09.08), foram assinados os contratos para execução da infraestrutura e pavimentação do corredor das avenidas Padre Cacique e Edvaldo Pereira Paiva (Beira Rio) – trecho 4 e da execução da passagem de nível da avenida Cristóvão Colombo no cruzamento com a 3ª Perimetral. Serão investidos mais de R$ 28 milhões nas duas obras. Os atos de assinatura ocorrerão às 15h30 no gabinete da Procuradoria-Geral do Município (avenida Siqueira Campos, 1.300, 12º andar).
 
A duplicação da Edvaldo Pereira Paiva (Beira Rio) e as obras na Padre Cacique são uma das principais intervenções necessárias para a Copa, por estarem localizadas na via de acesso principal ao estádio Beira-Rio, sendo a principal ligação por transporte coletivo ao estádio. Além disso, a via conecta eixos viários importantes que dão acesso ao aeroporto, rodoviária e à rede hoteleira de Porto Alegre. Atualmente, circulam pela avenida Beira Rio 1,7 mil veículos no sentido bairro-Centro no horário de pico da manhã e 1,9 mil veículos no sentido centro-bairro.  
 
O Consórcio Beira-Rio, composto pelas empresas Sultepa Construções e Comércio e Toniolo Busnello Túneis, Terraplanagens e Pavimentações S.A, venceu a licitação para a execução dessa etapa da obra da Padre Cacique e Edvaldo Pereira Paiva (Beira Rio), último trecho entre a rótula com a avenida Aureliano Figueiredo Pinto e a rótula do Gasômetro. O prazo de execução é de 15 meses, e o investimento será de R$15.164.021,60.
 
Já a passagem de nível da Cristóvão Colombo, que tem prazo de execução de 12 meses,  ficará sob a responsabilidade do Consórcio EPT, Serenge – Serki, a um custo de R$ 13.291.650,24. Com extensão aproximadamente de 200 metros e duas pistas de 9 metros de largura cada, a avenida Cristóvão Colombo será rebaixada em relação ao nível da 3ª Perimetral em aproximadamente 5,5 metros. Como se trata de uma obra subterrânea, haverá necessidade de escavações até 6 metros de profundidade.
 
Esse é um importante cruzamento viário de dois eixos de transporte coletivo com grande volume de veículos de passeio e veículos de carga. A intervenção trará benefícios diretos à população de Porto Alegre e Região Metropolitana, reduzindo o tempo de viagem em virtude do aumento da fluidez do tráfego e da velocidade média da circulação dos veículos, além da priorização do transporte coletivo, a partir da execução do prolongamento do corredor exclusivo.
 
As obras
Duplicação da avenida Edvaldo Pereira Paiva e obras na avenida Padre Cacique
Extensão de 5,8 km (Gasômetro até o Viaduto da Pinheiro Borda)
 
• Ciclovia
• Estacionamento junto ao trecho 4
• Ponte sobre o Arroio Dilúvio
• Implantação de viaduto
 
Andamento:
Trechos 1 e 3 - Em obras. Trecho 2 - Obra Concluída. Trecho 4 - Em fase de contratação. Ponte sobre o Arroio Diluvio - Em Obras. Viaduto Pinheiro Borda – contrato assinado em 17 de julho
 
Total do projeto: R$126.151.176,30
 
Implantação de cinco Obras de Arte na 3ª Perimetral
Passagem Subterrânea Viária Av. Ceará sob Av. Farrapos
Passagem Subterrânea Viária Rua Anita Garibaldi sob Av. Carlos Gomes
Passagem Subterrânea Viária Av. Cristóvão Colombo sob Av. Dom Pedro II
Viaduto Rua Salvador França / Av. Aparício Borges x Av. Bento Gonçalves
Viaduto Av. Augusto Meyer / Av. Carlos Gomes x Av. Plínio Brasil Milano
 
Andamento:
Passagem Subterrânea Viária da Anita Garibaldi - Assinada ordem de início da obra. Viaduto Avenida Bento Gonçalves - Empresa contratada para execução da obra. Passagem Subterrânea Viária da Ceará sob a Avenida Farrapos e Passagem Subterrânea Viária da Cristóvão Colombo sob rua Dom Pedro II: Licitação homologada. Em fase de contratação. Passagem Subterrânea Viária da Plinio Brasil Milano: Projeto concluído, em fase de orçamentação.
Total do projeto: R$194.127.369,20

Veja um vídeo sobre obras de mobilidade em Porto Alegre

Fonte: Prefeitura de Porto Alegre

domingo, 12 de agosto de 2012

Contratos de mobilidade urbana são assinados em Porto Alegre nesta quinta

09/08/2012 - Portal da Copa

Serão investidos mais de R$ 28 milhões nas duas obras no entorno do estádio Beira-Rio

Nesta quinta-feira (09.08), foram assinados os contratos para execução da infraestrutura e pavimentação do corredor das avenidas Padre Cacique e Edvaldo Pereira Paiva (Beira Rio) – trecho 4 e da execução da passagem de nível da avenida Cristóvão Colombo no cruzamento com a 3ª Perimetral. Serão investidos mais de R$ 28 milhões nas duas obras. Os atos de assinatura ocorrerão às 15h30 no gabinete da Procuradoria-Geral do Município (avenida Siqueira Campos, 1.300, 12º andar).
 
A duplicação da Edvaldo Pereira Paiva (Beira Rio) e as obras na Padre Cacique são uma das principais intervenções necessárias para a Copa, por estarem localizadas na via de acesso principal ao estádio Beira-Rio, sendo a principal ligação por transporte coletivo ao estádio. Além disso, a via conecta eixos viários importantes que dão acesso ao aeroporto, rodoviária e à rede hoteleira de Porto Alegre. Atualmente, circulam pela avenida Beira Rio 1,7 mil veículos no sentido bairro-Centro no horário de pico da manhã e 1,9 mil veículos no sentido centro-bairro.  
 
O Consórcio Beira-Rio, composto pelas empresas Sultepa Construções e Comércio e Toniolo Busnello Túneis, Terraplanagens e Pavimentações S.A, venceu a licitação para a execução dessa etapa da obra da Padre Cacique e Edvaldo Pereira Paiva (Beira Rio), último trecho entre a rótula com a avenida Aureliano Figueiredo Pinto e a rótula do Gasômetro. O prazo de execução é de 15 meses, e o investimento será de R$15.164.021,60.
 
Já a passagem de nível da Cristóvão Colombo, que tem prazo de execução de 12 meses,  ficará sob a responsabilidade do Consórcio EPT, Serenge – Serki, a um custo de R$ 13.291.650,24. Com extensão aproximadamente de 200 metros e duas pistas de 9 metros de largura cada, a avenida Cristóvão Colombo será rebaixada em relação ao nível da 3ª Perimetral em aproximadamente 5,5 metros. Como se trata de uma obra subterrânea, haverá necessidade de escavações até 6 metros de profundidade.
 
Esse é um importante cruzamento viário de dois eixos de transporte coletivo com grande volume de veículos de passeio e veículos de carga. A intervenção trará benefícios diretos à população de Porto Alegre e Região Metropolitana, reduzindo o tempo de viagem em virtude do aumento da fluidez do tráfego e da velocidade média da circulação dos veículos, além da priorização do transporte coletivo, a partir da execução do prolongamento do corredor exclusivo.
 
As obras
Duplicação da avenida Edvaldo Pereira Paiva e obras na avenida Padre Cacique
Extensão de 5,8 km (Gasômetro até o Viaduto da Pinheiro Borda)
 
• Ciclovia
• Estacionamento junto ao trecho 4
• Ponte sobre o Arroio Dilúvio
• Implantação de viaduto
 
Andamento:
Trechos 1 e 3 - Em obras. Trecho 2 - Obra Concluída. Trecho 4 - Em fase de contratação. Ponte sobre o Arroio Diluvio - Em Obras. Viaduto Pinheiro Borda – contrato assinado em 17 de julho
 
Total do projeto: R$126.151.176,30
 
Implantação de cinco Obras de Arte na 3ª Perimetral
Passagem Subterrânea Viária Av. Ceará sob Av. Farrapos
Passagem Subterrânea Viária Rua Anita Garibaldi sob Av. Carlos Gomes
Passagem Subterrânea Viária Av. Cristóvão Colombo sob Av. Dom Pedro II
Viaduto Rua Salvador França / Av. Aparício Borges x Av. Bento Gonçalves
Viaduto Av. Augusto Meyer / Av. Carlos Gomes x Av. Plínio Brasil Milano
 
Andamento:
Passagem Subterrânea Viária da Anita Garibaldi - Assinada ordem de início da obra. Viaduto Avenida Bento Gonçalves - Empresa contratada para execução da obra. Passagem Subterrânea Viária da Ceará sob a Avenida Farrapos e Passagem Subterrânea Viária da Cristóvão Colombo sob rua Dom Pedro II: Licitação homologada. Em fase de contratação. Passagem Subterrânea Viária da Plinio Brasil Milano: Projeto concluído, em fase de orçamentação.
Total do projeto: R$194.127.369,20

Veja um vídeo sobre obras de mobilidade em Porto Alegre
 
Fonte: Prefeitura de Porto Alegre

Cinco razões para investir fora de São Paulo

10/08/2012 - O Estado de São Paulo

Potencial de consumo no interior e alto custo de operação na capital podem convencer o empresário a empreender em outras regiões

GISELE TAMAMAR, ESTADÃO PME 

Capital tem alto custo de operação e de mão de obra
Escolher o ponto de instalação da empresa faz parte do planejamento do empreendedor. Para quem pensa apenas em abrir seu negócio na cidade de São Paulo, o Estadão PME conversou com um especialista para mudar o foco da capital e mostrar o potencial de consumo de outras regiões.

De acordo com o professor do Centro de Empreendedorismo do Insper, Marcelo Nakagawa, um desses motivos é o potencial de consumo do interior. "O Brasil está se expandindo além da capital. É a interiorização da economia, semelhante ao que ocorreu nos Estados Unidos, onde temos cidades de médio porte como polos econômicos. Elas representam grandes oportunidades para os empresários", destaca Nakagawa.
Para o professor, o interior de São Paulo passa pelo mesmo processo, inclusive com o avanço dos shoppings nessas cidades, como Sorocaba, São José dos Campos e Bauru. Um estudo da IPC Marketing reforça essa tendência de desconcentração do crescimento econômico. Em 2012, o interior do Estado ultrapassou a Região Metropolitana de São Paulo e atingiu o posto de maior mercado consumidor do País.
O consumo no interior deve somar R$ 382,3 bilhões ou 50,2% do total do Estado. Já a Grande São Paulo, com a capital e 38 municípios, deve movimentar R$ 379,1 bilhões ou 49,8% do total. Confira a seguir cinco razões para abrir seu negócio fora de São Paulo.
Potencial do interior
O processo de desenvolvimento econômico no interior pode ser uma boa oportunidade para o empreendedor. O interior de São Paulo tem um grande potencial de consumo e representa grandes oportunidades.
Replicação de modelos 
Com o crescimento econômico e o fortalecimento da classe média, outras capitais passam por um processo de replicação de modelos de sucesso de São Paulo, o que pode representar uma boa oportunidade para abrir um negócio. "Um exemplo é a padaria gourmet em São Paulo. Esse tipo de negócio tem avançado em outras capitais", pontua Nakagawa.
Qualidade de vida
O empreendedor não precisa estar na capital para fazer negócio. Ao sair de São Paulo, toda a família ganha em qualidade de vida ao fugir do trânsito, poluição e correria da cidade grande.
Custo de mão de obra e de operação
Ao migrar para outras cidades, o empresário pode conseguir contratar funcionários com custo mais baixo e até mais qualificados. Na capital, o salário é mais alto, assim como o índice de rotatividade, o que gera mais despesas com reposição de mão de obras.
Aproveitar características locais
Algumas regiões do Brasil têm suas características mal aproveitadas. Às vezes é preciso alguém de fora para enxergar o potencial do local. Isso ocorre principalmente em regiões turísticas ou em negócios sustentáveis.

Cinco razões para investir fora de São Paulo

10/08/2012 - O Estado de São Paulo

Potencial de consumo no interior e alto custo de operação na capital podem convencer o empresário a empreender em outras regiões

GISELE TAMAMAR, ESTADÃO PME 

Capital tem alto custo de operação e de mão de obra
Escolher o ponto de instalação da empresa faz parte do planejamento do empreendedor. Para quem pensa apenas em abrir seu negócio na cidade de São Paulo, o Estadão PME conversou com um especialista para mudar o foco da capital e mostrar o potencial de consumo de outras regiões.

De acordo com o professor do Centro de Empreendedorismo do Insper, Marcelo Nakagawa, um desses motivos é o potencial de consumo do interior. "O Brasil está se expandindo além da capital. É a interiorização da economia, semelhante ao que ocorreu nos Estados Unidos, onde temos cidades de médio porte como polos econômicos. Elas representam grandes oportunidades para os empresários", destaca Nakagawa.
Para o professor, o interior de São Paulo passa pelo mesmo processo, inclusive com o avanço dos shoppings nessas cidades, como Sorocaba, São José dos Campos e Bauru. Um estudo da IPC Marketing reforça essa tendência de desconcentração do crescimento econômico. Em 2012, o interior do Estado ultrapassou a Região Metropolitana de São Paulo e atingiu o posto de maior mercado consumidor do País.
O consumo no interior deve somar R$ 382,3 bilhões ou 50,2% do total do Estado. Já a Grande São Paulo, com a capital e 38 municípios, deve movimentar R$ 379,1 bilhões ou 49,8% do total. Confira a seguir cinco razões para abrir seu negócio fora de São Paulo.
Potencial do interior
O processo de desenvolvimento econômico no interior pode ser uma boa oportunidade para o empreendedor. O interior de São Paulo tem um grande potencial de consumo e representa grandes oportunidades.
Replicação de modelos 
Com o crescimento econômico e o fortalecimento da classe média, outras capitais passam por um processo de replicação de modelos de sucesso de São Paulo, o que pode representar uma boa oportunidade para abrir um negócio. "Um exemplo é a padaria gourmet em São Paulo. Esse tipo de negócio tem avançado em outras capitais", pontua Nakagawa.
Qualidade de vida
O empreendedor não precisa estar na capital para fazer negócio. Ao sair de São Paulo, toda a família ganha em qualidade de vida ao fugir do trânsito, poluição e correria da cidade grande.
Custo de mão de obra e de operação
Ao migrar para outras cidades, o empresário pode conseguir contratar funcionários com custo mais baixo e até mais qualificados. Na capital, o salário é mais alto, assim como o índice de rotatividade, o que gera mais despesas com reposição de mão de obras.
Aproveitar características locais
Algumas regiões do Brasil têm suas características mal aproveitadas. Às vezes é preciso alguém de fora para enxergar o potencial do local. Isso ocorre principalmente em regiões turísticas ou em negócios sustentáveis.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Anápolis: Frota crescente de automóveis resulta no congestionamento do trânsito e no engessamento do transporte coletivo

03/08/2012 - TCA

O grande desafio de Anápolis é melhorar a mobilidade urbana sustentável para garantir qualidade de vida à população - perto de 400 mil habitantes. Enquanto cresce a frota de veículos automotores, em proporções assustadoras, aumentam as dificuldades de deslocamentos, um problema que atinge de forma acentuada o transporte coletivo e a classe trabalhadora.

A opção pelo automóvel está tornando o trânsito insuportável, com desperdício de tempo e combustível, além dos problemas ambientais e de ocupação do espaço público. Em Anápolis, a frota de automóveis e motocicletas teve crescimento acima de 400% nos últimos dez anos e o resultado do congestionamento do trânsito é o engessamento do transporte coletivo. Se o trânsito para o ônibus também não anda.

Investimento de 100 milhões

Enfrentar o desafio da mobilidade com sustentabilidade é uma decisão de governo que exige projetos abrangentes e altos investimentos. Anápolis faz a lição de casa e deverá ser contemplada com verbas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Mobilidade Médias Cidades, lançado pela presidenta Dilma Rousseff na quinta-feira, 19, em Brasília. O programa prevê a disponibilização de recursos de R$ 7 bilhões para 75 municípios com população entre 250 mil e 700 mil habitantes, que apresentarem projetos que buscam melhores condições de vida nos centros urbanos.

Licitadas por regime flexibilizado, as obras do PAC Mobilidade devem ocorrer em ritmo acelerado, com prioridade para os projetos que estejam em fase avançada de elaboração. Como Anápolis tem um projeto de mobilidade urbana em estágio de finalização, elaborado a partir de diagnóstico da Companhia Municipal de Trânsito e Transportes (CMTT), o próximo passo será a formalização do processo e a busca da verba federal. Algo em torno de R$ 100 milhões. Recursos suficientes para a execução de obras importantes como otimização da malha viária, construção de viadutos, criação de corredores e faixas exclusivas para ônibus, melhoria da sinalização de trânsito e padronização de calçadas públicas no quadrilátero central.

Acessibilidade é prioridade

Sem embargo dos investimentos na saúde, na segurança e em outros setores vitais ao crescimento sustentável é imperativa a priorização de um projeto global de mobilidade urbana. Está em jogo não apenas a sobrevivência do eficiente sistema de transporte coletivo da cidade, mas também a acessibilidade da população de uma forma geral. É um projeto estruturante que vai definir os padrões de qualidade de vida em Anápolis na próxima década, diante do desenvolvimento da região, na esteira do agronegócio, da industrialização e do comércio exterior, e do crescimento acelerado da economia do município, como centro de distribuição, pólo tecnológico e outros referenciais que colocam a cidade entre as 100 melhores do Brasil para investimentos.

TCA faz sua parte

A TCA investe forte em acessibilidade há décadas com a implementação de projetos que melhoram a qualidade de vida da população. Destaque para a integração total das linhas do sistema de transporte coletivo urbano, com segundo embarque gratuito no Terminal Urbano. Além do benefício social gerado pela gratuidade do segundo embarque, a logística da integração gera conforto e rapidez ao sistema. Outro projeto importante da TCA em favor da mobilidade urbana é o controle informatizado de todas as viagens. O usuário pode consultar a lista dos horários nas plataformas de embarque do Terminal Urbano. Assim, cada cliente da TCA é um fiscal do sistema, que não falha, gerando qualidade de vida para o trabalhador e segurança para as empresas que não precisam investir na criação de serviços particulares de transporte. A eficiência do transporte público de Anápolis contribui para a geração de emprego e o desenvolvimento econômico.

A implantação da bilhetagem eletrônica de última geração, em 2005, foi mais um investimento importante da TCA em mobilidade urbana. Com o cartão inteligente do Sait o embarque é mais fácil, mais rápido e mais seguro.

Pioneirismo em embarque de portadores de necessidades especiais

Na década de 1990, a TCA foi pioneira da implantação de plataformas para o embarque com cadeira de rodas, no Centro-Oeste, antes de Goiânia e Brasília. Atualmente, 30% da frota da empresa oferece acessibilidade a portadores de deficiências motoras, uma estatística que classifica o nosso sistema de transporte público com um dos mais avançados do país em automação. Ao investir em tecnologia, a TCA torna-se uma empresa cada vez mais social.

Corredor exclusivo é solução

Apesar do gargalho trevo da BR-060, o desempenho operacional das linhas do Daia trouxe benefícios ao conjunto do sistema de transporte coletivo da cidade, diminuindo o tempo das viagens num corredor de grande extensão e que concentra acentuado volume de passageiros. Faixas exclusivas para os ônibus não representam diminuição de espaço para os demais veículos. Corredor viário estrutural com faixas preferenciais de transporte coletivo é logística de Primeiro Mundo e solução técnica que beneficia não apenas o sistema de transporte coletivo mas o trânsito das cidades como um todo.

O projeto busca otimizou e racionalizou a utilização da infra-estrutura de transporte existente e incorporou avanços que beneficiaram motoristas, passageiros, motociclistas, ciclistas e pedestres. O corredor gera qualidade aos deslocamentos e fortalece a consciência da cidadania, através da democratização dos acessos às oportunidades que a cidade oferece. É um instrumento a serviço da organização do espaço urbano, como indutor do seu processo de ocupação.

Anápolis tem hoje 180 mil veículos em circulação e a criação de outros corredores com faixas preferenciais de transporte coletivo serão criados para racionalizar o trânsito e melhorar a qualidade de vida. O projeto da Avenida Brasil resultou de uma parceria entre a CMTT e a TCA e foi exportado para o Distrito Federal, que implantou oito faixas exclusivas para ônibus nos últimos dois anos.

Com o plano de mobilidade urbana em estágio avançado, a cidade poderá ser contemplada com verbas substanciais do Governo Federal para investimentos destinados à acessibilidade. A abertura de novas faixas exclusivas para ônibus, um projeto simples, econômico e ecológico, será uma das prioridades, segundo diagnóstico da CMTT.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Via expressa para melhorar a mobilidade

31/07/2012 - Valor Econômico

Salvador realiza três grandes obras de infraestrutura para melhorar o trânsito na capital baiana durante e depois da Copa de 2014. A Via Expressa Baía de Todos os Santos vai ligar a BR-324, principal via de acesso à cidade, ao Porto de Salvador. Estão sendo realizadas intervenções na região da Arena Fonte Nova, com rotas para pedestres, e um sistema viário no entorno do estádio.