domingo, 12 de fevereiro de 2017

Havan inaugura a segunda loja em Foz e a 95ª da rede

11/02/2017 - Rádio Cultura

A rede de lojas de departamento Havan, inaugurou na manhã deste sábado (11) a segunda loja em Foz do Iguaçu, com a presença do empresário Luciano Hang, proprietário da marca. No primeiro piso do Shopping Catuaí Palladium, no mais importantes corredor turístico da cidade, a loja de 4 mil metros quadrados, entrou em operação empregando 200 funcionários. Em 2007, a primeira unidade da Havan em Foz foi inaugurada no Cataratas JL Shopping.

A loja inaugurada neste final de semana, é a primeira do ano, sendo a 95ª unidade da rede, presente em 14 estados brasileiros: Bahia, Espirito Santo, Goias, Minas Gerais, Mato Grosso Do Sul, Mato Grosso, Pará, Pernambuco, Paraná, Rio De Janeiro, Rondonia, Santa Catarina, Sao Paulo, Tocantins. A primeira loja Havan foi aberta na cidade catarinense de Brusque, 1986, vendendo tecidos. Com a abertura do mercado de importados no Brasil, Hang viu a oportunidade de ampliar os negócios.

O objetivo do empresário é contar com 200 lojas no país, abrindo cem já nos próximos cinco anos. Este ano a rede deve abrir mais 11 unidade, que Hang faz questão de chamar de Megaloja.

As portas da nova Havan de Foz do Iguaçu abriam às 11h, após uma festa promovida entre Luciano Hang e a nova equipe de funcionários. Sobre o que levou a abertura de uma segunda loja na cidade, o empresário ressalta a importância de estar perto do cliente. Hang ainda destacou, o potencial consumidor da região trinacional, com compristas brasileiros, argentinos e paraguaios.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

João Dória x Pichadores de São Paulo

JOÃO DÓRIA X PICHADORES DE SÃO PAULO
por Loryel Rocha
Extraído do Facebook em 01/02/2017

A ignorância brasileira é formidável e inigualável.

O atual prefeito de São Paulo encetou um combate aos pixadores atraindo para si a crítica ferina de uma legião de esquerdopatas e de pensadores de "direita". O que está por trás da atitude higienizadora de Dória? Como não o conheço não posso afirmar que o que direi é o que move o prefeito, mas, de toda feita, sendo ou não, o que direi abaixo vale mesmo que não seja esse o motivo principal.

Oras, as cidades brasileiras, em sua imensa maioria são um LIXO a céu aberto, são FEIAS, GROTESTAS, com prédios e arquitetura CHINFRIM, compondo um ambiente de POBREZA, de FEIURA. Excetuando-se a beleza das cidades coloniais e, mesmo assim, com ressalvas, o Brasil, tem como marca urbana a DESORDEM, A BARANGUICE, A FEALDADE, O DESLEIXO. E essa HORROROSIDADE é tão ampla e disseminada por toda a trajetória da REPÚBLICA que não se trata de mera casualidade: a FEIÚRA no Brasil é um projeto político. O cenário urbanístico do Brasil remete ao Apocalipse. O contraste da natureza exuberante com o traçado urbanístico das cidades salta à vista. Todos os brasileiros quando viajam ao exterior impressionam-se com a ORDEM, a CULTURA, a LIMPEZA e a BELEZA das cidades.

Há quase 20 anos atrás falava aos meus alunos de Arquitetura sobre a teoria desenvolvida na França chamada "ESTETICISTAS DE CIDADES" que é tão somente a intervenção da restauração do conceito de BELO no plano urbanístico. Sabe-se de há muito que FEIÚRA chama FEIÚRA, CAOS chama CAOS. Um exemplo disso é a "Teoria das Janelas Quebradas", desenvolvida na escola de Chicago por James Q. Wilson e George Kelling, explica exatamente isso, ou seja, se uma janela de um edifício for quebrada e não for reparada a tendência é que vândalos passem a arremessar pedras nas outras janelas e posteriormente passem a ocupar o edifício e destruí-lo. O que quer dizer que a desordem gera desordem, que um comportamento anti-social pode dar origem a vários delitos. Por isso, qualquer ato desordeiro, por mais que pareça insignificante, deve ser reprimido. Do contrário, pode ser difusor de inúmeros outros crimes mais graves. Essa foi a base teórica para o prefeito de New York Rodolph Giuliani aplicar o programa de "Tolerância zero".

É exatamente essa teoria que Dória está aplicando em São Paulo: recuperar a BELEZA e, com ela a ORDEM. O psiquismo humano se DESESTRUTURA com a FEIÚRA, como MAL, com o CAOS. É preciso sim, colocar na cadeia gente que ENFEIA o mundo, que o EMPORCALHA, que o transforma numa LATRINA.

O pensamento comunista-socialista-gramsciano instaurou no mundo a apologia da FEIÚRA, do MAL. Não sem razão esquerdistas tem sempre um AR de gente SUJA, que não toma banho, DESGRENHADO, .... São a encarnação do MAL. É preciso conhecer as bases teóricas MESSIÂNICAS do comunismo para entender o papel desse MAL em demanda contínua contra o BEM, o BOM e o BELO.

Os palácios e monumentos sacros antigos são estremamente sofisticados não por mero pedantismo ou esbanjamento, mas, sim, porque havia o exato entendimento que a Casa do Monarca (representante de Deus na Terra) e a Casa de Deus devem ser exemplos em si da própria BELEZA DIVINA.

Hoje, o rico, a classe média e os pobres são FEIOS, BARANGAS, SUJOS e INCULTOS. O reino das QUALIDADES inexiste mais e com ele o mundo chafurda na mais absoluta lama que como areia movediça a cada movimento faz afundar mais a sociedade rumo ao abismo.

Os sentidos são fonte de CONHECIMENTO e de ESPIRITUALIDADE. É preciso VER o BELO para poder AMÁ-LO de modo CORPÓREO e INCORPÓREO. Urge restaurar a BELEZA no mundo e com ela toda a ESPIRITUALIDADE que encarna.




Abrasce estima inauguração de 30 shopping centers neste ano no País

31/01/2017 - A Tarde

Circe Bonatelli

Os empresários do setor de shopping centers devem inaugurar 30 unidades em 2017, totalizando 588 centros de compras em operação no País até o fim deste ano, de acordo com estimativa da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce).

A abertura dos novos empreendimentos mesmo em meio à crise econômica decorre da retomada de projetos que já foram postergados nos anos anteriores, além da identificação de oportunidades de investimentos em cidades onde a economia permanece resiliente ao cenário adverso, segundo explicações do presidente da Abrasce, Glauco Humai. Em 2016, a associação previa a abertura de 30 empreendimentos, mas apenas 20 foram abertos, de fato.

"O shopping center é um empreendimento grande, que exige um planejamento longo, que pode levar mais de três ou cinco anos. Parte dos novos shoppings foram planejados em anos anteriores ao da crise ou acabaram adiados", disse Humai. "A outra parte será aberta porque o Brasil continua sendo uma terra de oportunidades. Ainda há cidades carentes de um shopping, ou que têm uma economia forte", completou, citando como exemplo municípios onde há forte atividade agropecuária.

Dos 30 shoppings previstos para 2017, 80% estarão localizados em cidades do interior do País, sendo 77% em municípios de até 500 mil habitantes. Neste ano, 13 cidades receberão o primeiro shopping center, como são os casos de Três Lagoas (MS), Camaragibe (PE), Ananindeua (PA) e Paragominas (PA).

Humai admite que os shoppings inaugurados há menos de 24 meses têm uma vacância acima da média do portfólio total, que está em 4,6%. No entanto, ele considera o patamar de espaços vagos em níveis ainda saudáveis. "A curva de ocupação dos novos shoppings é um pouco mais lenta em momento de crise. Com a melhora da economia, essa curva deve ficar menor", disse.

O presidente da Abrasce também procurou minimizar as dificuldades de atrair e manter lojistas nos shoppings. A renegociação de contratos e flexibilização dos aluguéis para combater a inadimplência dos lojistas é normal, na sua avaliação.

"À medida que a economia não dá sinais de melhora, ela (flexibilização dos pagamentos) vai continuar. Essa negociação sempre existiu e é salutar. Vai continuar acontecendo até chegar a um ponto de equilíbrio. Nós esperamos que a partir do terceiro trimestre, a economia vai melhorar", disse, referindo-se à expectativa de equilíbrio.

Tendências

A superintendente da Abrasce, Adriana Colloca, avalia que uma das principais tendências do setor é o crescimento no número de outlets. "São shoppings especializados, que normalmente apresentam preços mais baixos do que os tradicionais, estão fora das capitais e atraem consumidores mais exigentes", disse. Em 2016, foram abertos cinco outlets e mais cinco estão previstos até 2019.

A segunda grande tendência são os complexos multiuso, que reúnem shoppings e prédios residenciais, empresariais e/ou hotéis. "É uma relação de simbiose. O shopping gera conveniência para os prédios, que, por sua vez, geram fluxo de visitantes aos shoppings", disse Adriana.